quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Não sei mais o que fazer! Socoooooooro!


Os 12 mandamentos da criança para os pais
1. Eu sou único e você me ama porque sou seu filho e não porque faço coisas que você gosta.
2. Saiba um pouco como as criança aprendem a se comportar, eu preciso que você seja o meu guia e mostre como devo me comportar no mundo.
3. Os meus olhos não viram o mundo como os seus,e compreendo o mundo diferente de você porque sou criança, então entenda e respeite o meu desenvolvimento e meu tempo de ser criança.
4. Lembrem-se de como foi educado, compreenda o seu estilo de educar e mude alguns comportamentos que podem me machucar física ou emocionalmente
5. Comunique-se comigo de maneira clara, de acordo com a minha idades e não precisa gritar e nunca me humilhe, eu acredito no que você diz.
6. Eu preciso do seu tempo para brincar comigo e para explicar todas as coisas da vida; eu vou ser pequeno por pouco tempo, aproveite o seu tempo comigo porque eu adoro ficar com você.
7. Eu preciso construir minha identidade e minha autoestima e preciso de estímulo, do seu encorajamento.
8. Veja as coisas voas que eu faço, sinta orgulho e valoriza-as, eu me sentirei importante e confiante.
9. Seja coerente com o seu comportamento; se você está de mau humor com outra coisa, não desconte em mim e, se você está muito feliz, também não esqueça de aplicar as regras, senão eu não vou entender o que realmente deve ser feito.
10. Se eu fizer alguma coisa errada, mostre e ensine o certo, critique o meu comportamento errado e não a minha pessoa.
11. Faça o que você me diz que eu devo fazer; seja um modelo moral para o meu comportamento e minha vida e me respeite como você gostaria que outras pessoas me respeitassem.
12. Não faça coisas por mim sem necessidade, eu preciso aprender a viver no mundo de maneira independente.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

SINDROME DE RETT



A síndrome de Rett foi descoberta pelo pediatra austríaco Andreas Rett em 1954, S.R é uma doença genética e neurológica, tendo como característica clínica principal a perda progressiva das funções neurológica e motoras, depois e desenvolvimento normal, a doença afeta em maior proporção o sexo feminino (aproximadamente 1 em cada 10.000 a 15.000 meninas nascidas vivas), em todos os grupos étnicos.

A idade de desenvolvimento normal pode variar de 6 a 18 meses de idade, apresentando após esta idade regressão das habilidades adquiridas (como fala, capacidade de andar e uso intencional das mãos) que são perdidas gradativamente e surgem as estereotipias manuais (movimentos repetitivos e involuntários das mãos), que é característica marcante da doença.

A síndrome de Rett, é uma doença de causa genética causada por mutação no cromossomo X . Este gene, chamado MECP2 (do inglês methyl-CpG-binding protein 2). Ele codifica (produz) uma proteína (chamada MeCP2) que controla a expressão de vários genes importantes para o desenvolvimento dos neurônios em todos os vertebrados. nas pacientes afetadas pela síndrome de Rett, a MeCP2 não é capaz de funcionar corretamente e todo o desenvolvimento dos neurônios do embrião fica comprometido.

Sintomas.

• Critérios necessários (presentes em todas as pacientes).

o desenvolvimento pré-natal (antes do nascimento) e perinatal (pouco tempo depois de nascer) aparentemente normal;

o desenvolvimento psicomotor normal até os 6 meses de idade;

o perímetro cefálico (circunferência da cabeça) normal ao nascimento;

o desaceleração do perímetro cefálico após 6 meses de idade;

o perda do uso propositado das mãos;

o movimentos manuais estereotipados (torcer, apertar, agitar, esfregar, bater palmas, "lavar as mãos" ou levá-las à boca);

o afastamento do convívio social, perda de palavras aprendidas, prejuízos na compreensão, raciocínio e comunicação.

Critérios de suporte (presentes em algumas pacientes):

o distúrbios respiratórios em vigília (hiperventilação, apneia, expulsão forçada de ar e saliva, aerofagia);

o bruxismo (ranger os dentes);

o distúrbios do sono;

o tônus muscular anormal;

o distúrbios vasomotores periféricos (pés e mãos frios ou cianóticos);

o cifose/escoliose progressiva;

o retardo no crescimento;

o pés e mãos pequenos e finos.

• Critérios de exclusão (ausentes nas pacientes):

o órgãos aumentados (organomegalia) ou outro sinal de doenças de depósito;

o retinopatia, atrofia óptica e catarata;

o evidência de dano cerebral antes ou após o nascimento;

o presença de doença metabólica ou outra doença neurológica progressiva;

o doença neurológica resultante de infecção grave ou trauma craniano.

A síndrome pode ser classificada de acordo com a evolução clínica dos pacientes como clássica e atípica.

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Algumas Estratégias Pedagógicas para Alunos com TDAH:


Atenção, memória sustentada:
Algumas técnicas para melhorar a atenção e memória sustentadas

1 – Quando o professor der alguma instrução, pedir ao aluno para repetir as instruções ou compartilhar com um amigo antes de começar as tarefas.
2 – Quando o aluno desempenhar a tarefa solicitada ofereça sempre um feedback positivo (reforço) através de pequenos elogios e prêmios que podem ser: estrelinhas no caderno, palavras de apoio, um aceno de mão... Os feedbacks e elogios devem acontecer SEMPRE E IMEDIATAMENTE após o aluno conseguir um bom desempenho compatível com o seu tempo e processo de aprendizagem.
3 – NÃO criticar e apontar em hipótese alguma os erros cometidos como falha no desempenho. Alunos com TDAH precisam de suporte, encorajamento, parceria e adaptações. Esses alunos DEVEM ser respeitados. Isto é um direito! A atitude positiva do professor é fator DECISIVO para a melhora do aprendizado.
4 – Na medida do possível, oferecer para o aluno e toda a turma tarefas diferenciadas. Os trabalhos em grupo e a possibilidade do aluno escolher as atividades nas quais quer participar são elementos que despertam o interesse e a motivação. É preciso ter em vista que cada aluno aprende no seu tempo e que as estratégias deverão respeitar a individualidade e especificidade de cada um.
4 – Optar por, sempre que possível, dar aulas com materiais audiovisuais, computadores, vídeos, DVD, e outros materiais diferenciados como revistas, jornais, livros, etc. A diversidade de materiais pedagógicos aumenta consideravelmente o interesse do aluno nas aulas e, portanto, melhora a atenção sustentada.
5 – Utilizar a técnica de “aprendizagem ativa” (high response strategies): trabalhos em duplas, respostas orais, possibilidade do aluno gravar as aulas e/ou trazer seus trabalhos gravados em CD ou computador para a escola.
6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.
7 – Usar sinais visuais e orais: o professor pode combinar previamente com o aluno pequenos sinais cujo significado só o aluno e o professor compreendem. Exemplo: o professor combina com o aluno que todas as vezes que percebê-lo desatento durante as atividades, colocará levemente a mão sobre seu ombro para que ele possa retomar o foco das atividades.
8 – Usar mecanismos e/ou ferramentas para compensar as dificuldades memoriais: tabelas com datas sobre prazo de entrega dos trabalhos solicitados, usar post-it para fazer lembretes e anotações para que o aluno não esqueça o conteúdo.
9 – Etiquetar, iluminar, sublinhar e colorir as partes mais importantes de uma tarefa, texto ou prova.

Tempo e processamento das informações

1 – Usar organizadores gráficos para planejar e estruturar o trabalho escrito e facilitar a compreensão da tarefa. Clique aqui para ver um exemplo.
2 – Permitir como respostas de aprendizado apresentações orais, trabalhos manuais e outras tarefas que desenvolvam a criatividade do aluno.
3 – Encorajar o uso de computadores, gravadores, vídeos, assim como outras tecnologias que possam ajudar no aprendizado, no foco e motivação.
4 – Reduzir ao máximo o número de cópias escritas de textos. Permitir a digitação e impressão, caso seja mais produtivo para ao aluno.
5 – Respeitar um tempo mínimo de intervalo entre as tarefas. Exemplo: propor um trabalho em dupla antes de uma discussão sobre o tema com a turma inteira.
6 – Permitir ao aluno dar uma resposta oral ou gravar, caso ele tenha alguma dificuldade para escrever.
7 – Respeitar o tempo que cada aluno precisa para concluir uma atividade. Dar tempo extra nas tarefas e nas provas para que ele possa terminar no seu próprio tempo.

Organização e técnicas de estudo

1 – Dar as instruções de maneira clara e oferecer ferramentas para organização do aluno desenvolver hábitos de estudo. Incentivar o uso de agendas, calendários, post-it, blocos de anotações, lembretes sonoros do celular e uso de outras ferramentas tecnológicas que o aluno considere adequado para a sua organização.
2 – Na medida do possível, supervisionar e ajudar o aluno a organizar os seus cadernos, mesa, armário ou arquivar papéis importantes.
3 – Orientar os pais e/ou o aluno para que os cadernos e os livros sejam “encapados” com papéis de cores diferentes. Exemplo: material de matemática – vermelho, material de português – azul, e assim sucessivamente. Este procedimento ajuda na organização e memorização dos materiais.
4 – Incentivar o uso de pastas plásticas para envio de papéis e apostilas para casa e retorno para a escola. Desta forma, todo o material impresso fica condensado no mesmo lugar minimizando a eventual perda do material.
5 – Utilizar diariamente a agenda como canal de comunicação entre o professor e os pais. É extremamente importante que os pais façam observações diárias sobre o que observam no comportamento e no desempenho do filho em casa, assim como o professor poderá fazer o mesmo em relação às questões relacionadas à escola.
6 – Estruturar e apoiar a gestão do tempo nas tarefas que exigem desempenho em longo prazo. Exemplo: ao propor a realização de um trabalho de pesquisa que deverá ser entregue no prazo de 30 dias, dividir o trabalho em partes, estabelecer quais serão as etapas e monitorar se cada uma delas está sendo cumprida. Alunos com TDAH apresentam dificuldades em desempenhar tarefas em longo prazo.
7 – Ensine e dê exemplos frequentemente. Use folhas para tarefas diárias ou agendas. Ajude os pais, oriente-os como proceder e facilitar os problemas com deveres de casa. Alunos com TDAH não podem levar “toneladas” de trabalhos para fazer em casa num prazo de 24 horas.

Técnicas de aprendizado e habilidades metacognitivas

1 – Explicar de maneira clara e devagar quais são as técnicas de aprendizado que estão sendo utilizadas. Exemplo: explicar e demonstrar na prática como usar as fontes, materiais de referência, anotações, notícias de jornal, trechos de livro, etc.
2 – Definir metas claras e possíveis para que o aluno faça sua autoavaliação nas tarefas e nos projetos. Este procedimento permite que o aluno faça uma reflexão sobre o seu aprendizado e desenvolva estratégias para lidar com o seu próprio modo de aprender.
3 – Usar organizador gráfico (clique aqui para ver) para ajudar no planejamento, organização e compreensão da leitura ou escrita.

Inibição e autocontrole

1 – Buscar sempre ter uma postura pró-ativa. Antecipar as possíveis dificuldades de aprendizado que possam surgir e estruturar as soluções. Identificar no ambiente de sala de aula quais são os piores elementos distratores (situações que provocam maior desatenção) na tentativa de manter o aluno o mais distante possível deles e, consequentemente, focado o maior tempo possível na tarefa em sala de aula.
2 – Utilizar técnicas auditivas e visuais para sinalizar transições ou mudanças de atividades. Exemplo: falar em voz alta e fazer sinais com as mãos para lembrar a mudança de uma atividade para outra, ou do término da mesmahttp://www.tdah.org.br/br/sobre-tdah/dicas-para-educadores/item/399-algumas-estrat%C3%A9gias-pedag%C3%B3gicas-para-alunos-com-tdah.html
3 – Dar frequentemente feedback (reforço) positivo. Assinale os pontos positivos e negativos de forma clara, construtiva, respeitosa. Este monitoramento é importante para o aluno com TDAH, pois permite que ele desenvolva uma percepção do seu próprio desempenho, potencial e capacidade e possa avançar motivado em busca da sua própria superação.
4 – Permitir que o aluno se levante em alguns momentos, previamente combinados entre ele e o professor. Alunos com hiperatividade necessitam de alguma atividade motora em determinados intervalos de tempo. Exemplo: pedir que vá ao quadro (lousa) apagar o que está escrito, solicitar que vá até a coordenação buscar algum material, etc., ou mesmo permitir que vá rapidamente ao banheiro ou ao corredor beber água. Este procedimento é extremamente útil para diminuir a atividade motora e, muitas vezes, é ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO para crianças muito agitadas.

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Síndrome de Asperger


Aluno com síndrome de Asperger é desafio para educação inclusiva Imprima esta notícia Publicada em 01/07/2010 por Imprensa


Com dificuldade de interagir, fazer amigos e tendência a se isolar, o aluno com síndrome de Asperger é um dos desafios para a educação inclusiva. A doença é considerada um tipo leve de autismo que não afeta o desenvolvimento intelectual. É comum que os “aspies” – como são chamados – tenham inteligência acima da considerada “normal.” Especialistas defendem que as crianças que apresentam este tipo de síndrome podem - e devem - frequentar escolas regulares. “As pessoas aprendem de jeitos diferentes e a pluralidade faz com que a escola fique cada vez mais interessante. Ambientes homogêneos são desinteressantes”, diz Liliane Garcez, coordenadora do curso de pós-graduação inclusiva do Instituto Vera Cruz.

Para Liliane, o papel da escola é aproveitar o potencial do aluno e canalizá-lo para os demais conteúdos da série que cursa. "É preciso aprofundar o conhecimento sobre estas síndromes para melhorar a qualidade de vida de todas as pessoas envolvidas. Não cabe mais a segregação." Em cartaz nos cinemas, a animação “Mary e Max – Uma Amizade Diferente” mostra os problemas dos “aspies”. Na ficção, Mary, de 8 anos, uma menina gordinha e solitária, que mora na Austrália, torna-se amiga de Max, um homem de 44 anos, que tem síndrome de Asperger e vive em Nova York. Ambos têm dificuldade de fazer amigos e passam a trocar correspondências onde compartilham alegrias e decepções.

Famílias - Na vida real, a professora e atual presidente da AMA (Associação de Amigos dos Autistas), em São Paulo, Sonia Maria Costa Alabarce Nardi, de 48 anos, conhece as dificuldades da síndrome. Seu filho, Guilherme Alabarce Nardi, de 15 anos, tem Asperger e passou por três escolas antes de completar 7 anos. “As escolas não estavam preparadas para recebê-lo porque ele chorava muito e não aceitava regras.” Sonia buscou apoio na AMA, que fornecia suporte pedagógico a Guilherme e o matriculou em uma escola pequena, onde os funcionários podiam lhe dar mais atenção. “Ele não tinha facilidade de conviver com outras crianças e tivemos de nos adaptar.” Hoje, no segundo ano do ensino médio, Guilherme tem notas exemplares. “Ele é muito inteligente, tem uma memória excelente, mas a convivência ainda é um pouco difícil. São poucos os amigos.”

A auxiliar financeira Maria Aparecida de Santana Oliveira, de 53 anos, também tem um filho com a síndrome. Jefferson Santana de Oliveira, hoje com 23 anos, sempre estudou em colégios comuns. “Ele conseguiu acompanhar, ficava um pouco isolado, mas, aos poucos, começou a interagir. Às vezes os colegas o excluíam, mas ele gostava de ir à escola. Tinha dificuldade em matemática, mas muita facilidade para línguas.” Concluído o ensino médio, Jefferson tem uma nova batalha: encarar a frustração de não ter passado no vestibular da Universidade de São Paulo (USP) e retomar os estudos. A mãe diz que antes o jovem quer encontrar um emprego.

Diagnóstico - O primeiro obstáculo dessas famílias é acertar o diagnóstico. Muitas vezes percorrem verdadeiras maratonas em psicólogos, psiquiatras e neurologistas que chegam a confundir a síndrome com hiperatividade ou déficit de atenção. “São sintomas sutis e muitas vezes os pais não identificam porque acham que é o jeito da criança”, afirma Cinara Zanin Perillo, psiquiatra especialista em infância e adolescência. Outra característica da síndrome é a fixação por interesses específicos, geralmente ligados ao campo das ciências, como biologia, corpo humano, astronomia ou dinossauros.

Os “aspies” têm dificuldade de centrar o olhar em um determinado ponto e entender metáforas. Todas as expressões, para eles, têm sentido literal. A síndrome de Asperger é causada por alterações genéticas associadas a fatores hereditários. É mais comum em meninos e os indícios podem ser percebidos a partir dos 3 anos. Segundo Cinara, é comum que os portadores desenvolvam outros transtornos psiquiátricos. Não há cura.

Fonte: http://www.sinprodf.org.br/

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Será que realmente está tudo perdoado entre nós



Umas das coisas mais difíceis que pode existir para a natureza humana é o perdão, mas perdoar é um ato de inteligência onde o beneficiado maior é você mesmo.

Perdoar significa transmutar todos aqueles sentimentos que caminham atrelados ao momento em que a traição aconteceu.

Significa, de coração aberto, desejar ao outro o melhor.
Perdoar é, sim, um ato Divino e para tanto muitas vezes requer conexão espiritual; pode representar em termos mais diretos abrir mão de seu ego e entender que você não é perfeito, mas um ser humano que como todos os demais seres humanos está aqui para aprender.

O ego por vezes parece nos mostrar um mundo paralelo onde o medo, a raiva e a insegurança são o nosso Universo, porém, esse mundo não existe.

Nesse contexto, o único caminho que conseguiremos atingir é a nossa autodestruição.

Quem, um dia, já não passou por uma situação em que se sentiu traído?

Essa traição, na forma mais comum, pode vir através de um relacionamento, mas ela também vem através de amizades e parentes, que muitas vezes se esquecem de tudo por dinheiro ou ainda nas relações de trabalho, onde o ser humano deixa de existir e o os interesses financeiros se colocam em primeiro plano.
Tudo isso pode, sim, ser transformado em perdão com o auxílio de uma transformação energética de padrão vibracional, significa, neste exato momento da transformação, passar a vibrar amor.

Uma das premissas mais verdadeiras que reflete o ato do perdão como um ato de inteligência máxima diz que o que damos aos outros, damos a nós mesmos, então, aqui chega o momento de nossa reflexão, o que será que estou dando a mim mesma quando penso no que me ocorreu em determinado momento?

Eliminar o negativo de sua vida significa saúde e bem-estar, significa acima de tudo harmonia com o Todo.

A entrega e confiança no Universo vêm através do processo da fé, quando o perdão realmente se instala em sua vida.

Você passa a acreditar de fato que existe uma força maior no Universo que comanda cada passo de sua vida e que ela irá com certeza colocar a sua vida em Ordem Divina.
Esta confiança no todo juntamente com o amor incondicional que é desenvolvido pelo perdão fará com que você tenha paz interior e o sabor deste sentimento não há como descrever; o melhor é senti-lo e vivenciá-lo.

A vida nos traz provações e dificuldades que podem dependendo de nossas escolhas, tornar-se um aprendizado de crescimento ou um sofrimento eterno.

Quando optamos pelo aprendizado, percebemos que com o passar do tempo nos tornamos seres mais evoluídos e prósperos e a atração de novas histórias compatíveis com este novo estado de energia se concretiza.
No entanto, se a escolha for pelo sofrimento, este irá pulsar em nossas vidas como uma sombra que nunca nos deixa, fará com que nos tornemos seres amargos e sem objetivos, fará ainda com que nossa saúde deixe de existir.
Quem é feliz não adoece!
O sofrimento eterno traz para nossa vida sentimentos e emoções negativas que os outros ao nosso redor sentem e se afastam. Pensar negativo emite um tipo de energia que repulsa as pessoas próximas a nós.
Neste exato momento, poderemos assim ter a nítida sensação que tudo está cada vez pior, mas aqui cabe uma ressalva, está pior porque você quer e porque você escolheu o sofrimento como padrão para sua vida.

Ah! Que vida maravilhosa!

Sim, são as escolhas que fazemos a cada momento que nos fazem poder gritar aos quatro ventos essa expressão.
Sim, viver é a coisa mais maravilhosa do mundo desde que a observação e o discernimento façam parte do seu caminho, pois são eles os alertas para as escolhas certas.

Abandone de vez o que o torna triste e infeliz e parta para uma vida de realização plena, fazendo de todo esse aprendizado uma lição de vida para os que estão à sua volta.

Perdoar também significa aceitar a outra pessoa como realmente ela é.

Se você fez a opção pelo perdão e decidiu permanecer vivendo ao lado de quem o machucou e feriu, isso deve ser um ato que vem do fundo do seu coração, do âmago de sua alma, porque se de fato não for será uma sofrimento interior muito maior.
Para auxiliar nesse perdão que vem do fundo do seu coração, o bloqueio energético que foi gerado no momento em que a traição ocorreu deve ser eliminado e para isso utilizamos a Radiestesia com o auxílio da Mesa Radiônica.
A transmutação e dissolução energética da energia vivida em determinado momento traumatizante fará com que você se lembre deste momento com sentimentos transformados.

Amadurecer significa se conectar com pensamentos e emoções que não lhe tragam sofrimento.

Outro fator extremamente negativo quando há uma história de sofrimento ou traição é a verbalização contínua do fato. Verbalizar significa trazer para a consciência e quanto mais verbalizamos determinada situação, mais nos convencemos do quanto aquilo foi ruim para nós e o quanto de sentimento ruim temos em relação a quem nos fez sofrer.

Este tipo de vibração fará com que você viva conectado ao passado, onde o que existe em sua vida é apenas aquele determinado momento de sofrimento.
O futuro não existe, pois o nosso foco somente nos irá remeter para aquilo que já passou.
Em termos mais duros significa deixar de existir.

A doença, na grande maioria das vezes, está associada a fatos traumáticos que não foram perdoados e eis aí, então, uma enorme oportunidade de resgatar o nosso amor próprio, de dizer sim a vida, sem que você precise chegar nesse ponto de sofrimento. Não tem nada mais duro de aceitar do que ter consciência que somos responsáveis pelo nosso sofrimento.

Neste momento, cabe aqui uma nova paradinha para reflexão...

Não é fácil perdoar! Isso é o que mais ouvimos, mas coloco uma afirmativa mais verdadeira que esta:
basta você querer e decretar que deseja um outro tipo de vida a partir de agora!

Há algum tempo, atendi um casal jovem que me procurou por motivo de doença.

A moça havia desenvolvido uma doença degenerativa no útero e o marido, em pleno desespero, não sabia onde mais recorrer para buscar a cura da esposa.
Ele então me disse que a parte de tratamento médico havia sido concluída, a operação havia sido realizada com sucesso e que ela estava na fase posterior do tratamento, onde os efeitos colaterais dos remédios estavam acabando com a energia dela e ele queria vê-la bem e curada.

A moça pouco falava, pois se encontrava entregue nas mãos de quem pudesse ajudá-la.

Quando ele marcou a consulta e me disse o motivo, também pedi que me levasse a planta da casa para uma avalição das energias do local através da "Medição Radiestésica do imóvel", que também é em muitos casos a responsável pelo desenvolvimento de doenças degenerativas.

Iniciei, então, o atendimento avaliando a energia do local, verifiquei primeiro a presença de veios de água, matéria orgânica em decomposição ou falhas geológicas que são efeitos que dão origem à formação de energia telúrica no local e nada encontrei. A seguir, analisei a presença de linhas Hartmann e Curry e nada encontrei.

Encontrei memórias de parede na forma de energia vermelha, mas isso era totalmente compatível aos sentimentos e emoções impregnados no local pelas emoções vividas por uma doença tão séria e não era essa a origem de uma energia que poderia causar desestruturação energética no local.

Passei ao atendimento com a Mesa Radiônica, onde verifiquei a Frequência Geral como referência e a seguir entrei em todos os campos vibracionais a fim de equilibrar o todo.

Depois, parti para a verificação dos bloqueios ou traumas que poderiam dar origem a doenças mais sérias. Verifiquei, então, um bloqueio energético ocorrido entre cinco e meio a seis anos atrás.
Perguntei à moça o que havia ocorrido nesta data.
Ela olhou para o marido e o silêncio se instalou no meu consultório.

Após alguns minutos, ela disse ao marido que podia contar, pois a história se referia a ele que permaneceu calado até eu perguntar: houve alguma traição?

A moça me confirmou de imediato, mas disse que eles nunca haviam conversado sobre o assunto.

Ela havia descoberto tudo por mensagens no computador e ele simplesmente saiu de casa, passou alguns meses fora e decidiram, então, retomar a relação como se nada tivesse acontecido, pois a falta que sentiram um do outro, neste período em que estiveram separados, era maior do que a dor da traição.


Pedi, então, ao moço que verbalizasse o que havia ocorrido e que ela também verbalizasse o que havia sentido um olhando para o outro.

Foi uma cena emocionante e de transmutação total. A seguir, trabalhei energeticamente, na Mesa Radiônica, esse momento vivido e transmutei as energias. Pedi ainda que ela fizesse por 63 dias a Oração do Perdão dos Kahunas como liberação final de energias.

Disse, então, que a doença não deveria mais fazer parte de sua vida e que se assim ela desejasse, de coração, o perdão e transformação em sua vida ocorreriam.

O útero representa o feminino e, naquele momento traumático da traição, o seu feminino havia sido machucado.

É como se ele não existisse e não fosse respeitado e, por isso, adoeceu.
Voltar a morar junto sem a verbalização e o perdão causava para ela um enorme sofrimento interior e nele um enorme sentimento de culpa.

Passado algum tempo, recebi a notícia da cura efetiva da moça e lhe disse que tivesse a certeza que tal situação não iria mais se repetir em sua vida porque houve a cura energética que a levou a perdoar com o coração e o âmago de sua alma...


A transformação de sua vida está em suas mãos e tenha absoluta certeza que sempre existem coisas maravilhosas a serem vividas, faça a diferença neste mundo!


domingo, 28 de agosto de 2011

Curso Leitura do desenho Infantil

Não perca!
Curso de Interpretação do desenho infantil


 Investimento: R$120,00 (inclui CD com material do curso) ou até em 10x no pagseguro .
CLICK NO LINK DO PAGSEGURO  E MATRICULE-SE JÁ.
Justificativa: Quando um pai ou uma mãe, sedentos pelo sucesso escolar de seus filhos, depositam em nós, especialistas do processo ensino-aprendizagem, elevada carga de esperança na prosperidade de seus filhos, então, todo e qualquer recurso que auxilie na descoberta das causas dos problemas da aprendizagem tornam-se como que peças preciosas de um processo, cuja recompensa vem em forma de lágrimas nos olhos, arrepios e abraços pela felicidade do obstáculo vencido e dos limites superados.
* Forme um grupo de no mínimo 10 pessoas e entre em contato que faremos o curso em sua escola.
Objetivos do curso:
- Oferecer ao cursista perspectiva psicopedagógica sobre o construto infantil;
- Estudar as principais teorias sobre o desenho da criança;
- Demonstrar como a leitura do desenho pode auxiliar no processo de avaliação psicopedagógica.

Ao final dos estudos, o cursista estará munido de conhecimentos técnicos, científicos e empíricos para iniciar suas investidas na interpretação do construto infantil, enquanto forma de linguagem e expressão do conteúdo latente do inconsciente humano.

Tópicos abordados:
• Teorias sobre o construto infantil
• Grafismo infantil ( fases do desenho)
• Quadrantes da folha e seus significados
• Cores: o que elas podem indicar?
• Textura: energia e pressão no desenhar
• Formas: análise geométrica das figuras
• O desenho e avaliação psicopedagógica


INSCRIÇÕES: lucianacralmeida@gmail.com

sábado, 20 de agosto de 2011

Supera lança excelentes cursos em clínica psicopedagógica.





Síndromes, Transtornos ou Deficiências?: (180h/a) Saiba as diferenças básicas entre os termos técnicos utilizados em algumas classificações de doenças, tais como físicas, intelectuais, auditiva, visual, bem como as principais síndromes e transtornos da aprendizagem sob a Tutoria da Profa Esp. Luciana Almeida, Doutora H.C em Psicopedagogia, Psicanalista em supervisão e especialista em Ensino Especial com mais de 15 anos de experiência em educação, atendimento, diagnóstico e clínica multidisciplinar.
• Transtornos Globais (Invasivo) do Desenvolvimento: (180h/a) Conheça e aprofunde-se no grupo de transtornos caracterizados por alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e modalidades de comunicação e por um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo sob a Tutoria da Profa Esp. Luciana Almeida, Doutora H.C em Psicopedagogia, Psicanalista em supervisão e especialista em Ensino Especial com mais de 15 anos de experiência em educação,atendimento, diagnóstico e clínica multidisciplinar.