quarta-feira, 11 de agosto de 2010

EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO





Quem nunca viu uma criança imitando o papai e a mamãe ou até mesmo repetindo falas, mesmo que não pronunciadas perfeitamente? Os filhos são o reflexo dos pais.
Cada gesto praticado é influência para o comportamento do bebê, desde os primeiros dias de vida. Segundo educadores, os princípios básicos, a ética e a moral que constituem a base do caráter das novas gerações vêm de berço. Tudo pode ser absorvido. Por isso, ter a consciência de ser espelho para o futuro do bebê é dever de toda família.
Diferente do ensino escolar, em casa o aprendizado é natural e constante. “Não tenha medo do não”, aconselha Cris Poli. Impor limites é o primeiro passo para obter o controle da situação e prezar pela segurança da criança.
Especialistas afirmam que para criar o bebê não é necessário poupá-lo do mundo, mas, sim, atender às suas necessidades.
É difícil para alguns adultos compreenderem, porém regras e organização fazem bem para a formação
das crianças.
O cuidado com o conceito de autoridade também é fundamental.
Em meio à razão, amor e paciência são ingredientes essenciais para a educação familiar.
Para dar dicas de algumas regrinhas e tirar dúvidas sobre a educação do seu filhote, a Sempre Materna entrevistou Cris Poli, pedagoga e apresentadora do programa Supernanny, do Sistema Brasileiro de Televisão, para ajudar os pais a colocarem ordem em casa.

Uma das questões que mais preocupam os novos pais é como educar os filhos. Há uma forma
de ter controle ainda quando bebês para que isso não se torne um problema futuro?
A educação dos filhos começa quando eles nascem. É desde bebês que colocamos os limites e estabelecemos uma rotina para não acarretar futuros problemas. Quanto mais cedo, melhor!

Para que os pais tenham sucesso na educação dos filhos, os castigos devem fazer parte das regras?
Não sou partidária dos castigos e sim da disciplina, que é ensino. Para isso, é necessário regras e incentivo.
O castigo não educa, simplesmente machuca e deixa marcas negativas na criança.

O momento da refeição costuma ser motivo de desentendimentos. Explique como educar o bebê, desde as primeiras papinhas, para ter boa qualidade na alimentação.
O mais importante é seguir a orientação do pediatra a respeito da alimentação do bebê.
Mais adiante, quando a criança compartilhar a refeição à mesa, é fundamental o exemplo dos pais.
Se todos os alimentos necessários para o crescimento forem introduzidos e se toda a família participar, com certeza essa criança se alimentará sem problemas.

Quais brincadeiras praticadas com a família reunida podem ajudar na educação da criança?
Todas as brincadeiras praticadas com a família reunida ajudam na educação. Somente o fato de estarem reunidos, compartilhando o momento, em paz e harmonia, é um grande e importante ensinamento que  perdurará na lembrança pelo resto da vida.

Os pais devem atender a todos os desejos do bebê?
Os pais devem suprir todas as necessidades do bebê, mas devem colocar limites, desde cedo, para que ele entenda que há coisas que ele pode fazer e outras não.

Como dizer o temido “não” à criança?
O “não” é um limite que deve ser colocado com convicção, tranquilidade, consistência e firmeza. Não
tenham medo de dizer “não”, é pelo bem da criança.

Como cuidar para que o filho seja feliz, sem a necessidade de ser também mimado?
Ser mimado não significa ser feliz. Esse é um erro. A criança se sente feliz quando é amada, cuidada, protegida, orientada e ensinada.

Dê um conselho para os casais que pretendem serem os “melhores pais do mundo”.
Para os filhos, somente seus pais podem ser os melhores do mundo.
Algumas dicas são: amar, respeitar, ensinar, corrigir, disciplinar, conversar, ter tempo de qualidade com ele, ouvir o que ele tem para dizer, enfim, ser presente. Assim, vocês serão perfeitos. A interação e sintonia entre o pai e a mãe são fundamentais para a educação dos filhos, pois é essa unidade que dará segurança ao pequeno

Qual a melhor maneira de corrigir os erros das crianças? A boa conversa é sempre a melhor
solução?
A criança precisa ser corrigida com amor, firmeza, convicção e autoridade, sem perder o controle, gritar ou bater. Conversar com o filho é muito importante, adaptando a conversa à idade dele. Mas, quando a conversa não surte efeito, é a hora de o pai decidir o que tem que ser feito, já que ele sabe o que é melhor para o filho.

A interação e sintonia entre o pai e a mãe da criança ajudam na educação? Por quê?
Sim, a interação e sintonia entre o pai e a mãe são fundamentais para a educação dos filhos, pois é essa unidade que dará segurança ao pequeno.

A organização da família é um ponto importante na educação dos filhos?
A organização é um ponto importantíssimo na educação dos filhos porque eles precisam de ordem para crescer e se desenvolver. O contrário de organização é caos, e nenhuma criança pode aprender, amadurecer e viver no meio da desordem.

Para os pais que têm vida profissional frenética, como compensar e aproveitar os momentos com os filhos sem deixá-los malcriados?
Os pais que têm vida profissional agitada não devem culpar-se por isso, devem aproveitar os poucos momentos livres para brincar, conversar, propor regras e impor limites, não mimá-los e deixá-los malcriados.

A avó realmente “estraga” a educação do netinho?
A avó que é consciente de seu papel não estraga a educação do neto. Colabora e aconselha os pais para que tomem suas decisões, sem interferir nos momentos decisivos.

Além da educação básica do filho, como prepará-lo para a vida social e profissional futura?
A personalidade da criança é formada entre os 0 e 7 anos de idade, tudo o que é ensinado nesse período é extremamente importante.
A base da formação do caráter é fundamental para preparar o filho para a vida social e profissional futura. Não deixe de dedicar tempo com amor e paciência durante a primeira infância.

A amizade com crianças mal educadas pode atrapalhar, ou incentivar de forma negativa no
processo de educação? Como os pais devem agir?
A amizade com certeza influi no processo de educação, mas ainda acho que a educação da família é mais forte e duradoura e pode resistir ao aprendido fora de casa, principalmente se os pais forem presentes.

Como corrigir o filho sem prejudicar sua autoestima?
A correção usando regras, rotina, disciplina, incentivo, organização e muito amor educa os filhos sem prejudicá-los. A educação equilibrada e com sabedoria dá o prumo para que os filhos desenvolvam e amadureçam fortes e sadios.

Como ensinar os pequenos que os pais são autoridade máxima, sem autoritarismo?
Os pais são autoridade máxima e responsáveis pela educação dos filhos e eles devem exercer essa autoridade de maneira consciente, sem descontrole, ou autoritarismo. Agindo assim, os filhos irão reconhecer, obedecer e respeitar, sem dificuldade.

Quais os pontos negativos dos pais superprotetores?
Esses pais são tremendamente prejudiciais para a educação dos filhos. Criam obstáculos, não permitem o crescimento e amadurecimento emocional e mental das crianças e ainda impedem que conheçam atividades ou funções novas, além de barrar a experiência de aprenderem com seus próprios erros.

Como educar os bebês para que no futuro eles não precisem da ajuda da Supernanny?
Quem precisa da ajuda da Supernanny são os pais, e não os bebês.
Crianças precisam de pais que assumam sua autoridade legítima e que organizem sua vida para educar os filhos com regras, disciplina, limites, incentivo, sem medo de serem pais, com muito amor e paciência.

CRIS POLI É EDUCADORA E PEDAGOGA - WWW.SBT.COM.BR

.Disponível: Periodico semanal da abmpdf

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Aprendizagem na Deficiência Intelectual (190h/a)

(Deficiência Intelectual)

A Aprendizagem na Deficiência Intelectual
Investimento R$289,00. Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão
Áreas: Ensino Especial, Pedagogia, Psicopedagogia, Psicologia e Saúde e Educação.
Nível: Curso livre de atualização profissional.
Titulação: No decorrer de seu estudos o leitor toma conhecimento dos diferentes prismas e abordagens sobre o tema, de forma a esclacer dúvidas e minimizar mitos e preconceitos referentes a essa capacidade especial.
Objetivo:
•Conhecer a trajetória histórico-social-cultural da deficiência no mundo.
•Informar sobre as leis internacionais e nacionaisque asseguram os direitos do Portador de Necessidade Especial
•Instruir sobre especificidade da deficiência Mental
•Oferecer as principais teóricos que se preocuparam com a aprendizagem.
•Reflexão sobre a inclusão digital do PNEE.
Público-alvo: Profissionais das áreas de Educação e Saúde, Acadêmicos em fase de Graduação, Especialização, Mestrado ou Doutorado. Profissionais da Pedagogia, Psicopedagogia, Educação Infantil e Fundamental, Psicologia e áreas afins.
Duração estimada: Mínimo 15 dias, máximo 180 dias.
Metodologia: Você acessa a apostila no ambiente de estudos EAD (plataforma Moodle), estuda nas horas vagas, interage com a tutora por meio do fórum e tem até seis meses para concluir as atividades avaliativas.
Carga horária certificada: 190 horas -Totalmente à distância.
Data de início: Você paga, garante sua vaga neste curso, preenche a ficha de inscrição e recebe orientações iniciais por e-mail.
Pré-Requisitos: Ter noções básicas de informática e internet para acessar os arquivos em biblioteca virtual, participar de Fóruns e abrir documentos em Word e PDF.
Tópicos abordados:
MÓDULO I - A DEFICIÊNCIA NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Tópico 1- A História Da Deficiência
Tópico 2- Documentos Orientadores No Âmbito Internacional
Tópico 3 - Legislação Brasileira

MÓDULO II - DEFICIÊNCIA MENTAL
Tópico 1 –Definição, Atualização semântica, Causas ,Diagnóstico e Prevenção
Tópico 2- Classificação
Tópico 3- Integração Do ANEE
Tópico.4.- Adaptação Curricular
Tópico5- A Parceria Pela Inclusão

MÓDULO III - UM OLHAR DIFERENTE DIANTE DA DEFICIÊNCIA
Tópico 1- Contribuições De Estudiosos
Tópico 2-Maria Montessori
Tópico 3-Jean Piaget
Tópico 4-Lev Semenovich Vygotsky
Tópico 5- Emilia Ferreiro

MÓDULO IV – PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL
Tópico1- Esther Pillar Grossi
Tópico2- Método Natural

MÓDULO V- INCLUSÃO
Tópico 1- Inclusão do ANEE
Tópico2- Adaptação curricular
Tópico3- Parceria pela Inclusão
Tópico4- Inclusão Digital

Certificação: Todos os certificados serão emitidos pela UnicEAD em parceria com a OSCIP Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal – ABMP/DF, em conformidade com a legislação vigente sobre cursos livres de atualização profissional e por isso está isento de qualquer reconhecimento. Base legal: Lei de Cursos Livres, nº. 9394/96 art. 67 e 87, inciso III e Parecer nº. 64/2004 - CEDF.

InvestimentoR$289,00.
Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
Boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão

Informações e inscrições direto no site http://www.cursoschafic.com.br/ /

Atendimento online de segunda à sexta, das 14h às 19h direto no site.
Realização:Chafic.com.br, UnicEAD em parceria com a ABMPDF - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática Regional do Distrito Federal
Coordenação: Prof. Chafic Jbeili - Psicanalista e psicopedagogo
Suporte e formação continuada para educadores.

Tel.: (38)3082-0876
(38)9184-0439

e-mail:secretaria@chafic.com.br
Montes Claros-MG e Brasília-DF
Brasil.
Administrador: Prof. Chafic (Direção)

terça-feira, 22 de junho de 2010

BRIGAS ENTRE IRMÃOS

Ingeborg Bornholdt


* Briga entre irmãos é saudável? Até que ponto a briga entre irmãos é saudável? É normal que todos os irmãos briguem? O que essas brigas significam? Sim, a briga entre irmãos é normal e saudável, desde que esta venha entremeada de períodos de relacionamento amistoso, de companheirismo e de convívio prazeroso como, por exemplo, no brinquedo compartilhado. Cada criança nasce e inicialmente necessita de atendimento total de seus pais para sobreviver. Assim, ela se constrói emocionalmente percebendo a mãe como uma posse sua. Também concebe a si mesma como sendo o centro da vida da mãe. Um irmão, seja ele maior ou menor, não só ameaça esta percepção e desejo como causa profundos rancores e ódios. A família é o lugar que abriga todos os sentimentos, tanto os amorosos quanto os hostis. Assim, ela abriga as lealdades, deslealdades, rivalidades, solidariedade, competições, exercícios do poder, experimentação do amor, amizade, admiração, inveja, ciúme, agressividade, etc. O ciúme é normal e saudável, pois decorre do fato de que as crianças amam. Qualquer coisa que absorva o tempo e a atenção da mãe, do pai ou outros cuidadores, como, por exemplo, a existência de um irmão, pode provocar ciúmes. O termo rivalidade provém do latim rivalis e significa ter direito à mesma corrente de água: há uma luta constante pelo reasseguramento da água. A criança pode reagir brigando, gritando, dando pontapés, regredindo, enfim, criando confusão. Brigar possibilita à criança vivenciar sua agressividade de forma não destrutiva. Nisto, a família exerce uma função de auxiliar a criança a processar seus sentimentos. * O que os pais fazem (atitudes, comportamentos e comentários) que pode influenciar na briga, ainda que inconscientemente? A postura dos pais frente a uma briga dos filhos pode causar ressentimentos e mágoas? De que tipo, por exemplo? Achar-se preterido pelos pais em relação ao irmão é uma das causas mais comuns das brigas? O nascimento de um filho reedita antigos sentimentos inconscientes nos pais. Assim, por exemplo, um pai com sentimentos não resolvidos com sua irmã, pode, ao interferir na briga com seus filhos, tomar inconscientemente um partido que não condiz com aquela situação de agora. Poderá então, favorecer e proteger um em detrimento do outro, representando um acerto de contas com aquela irmã. Pais que se desesperam e assustam com a agressividade do filho fornecem a este uma impressão de muito perigo. A sensação de perigo estimula na criança a agressividade, como defesa, e pode assim criar-se um sistema de retroalimentação, com o qual o brigar pode ir tornando-se cada vez mais violento, contribuindo para que a criança construa uma imagem de si mesma como muito perigosa. A fragilidade emocional dos pais, desta forma, causa insegurança no filho. Em suma, o adulto maduro, com sua tolerência e capacidade de não desespero, auxilia a criança a encontrar seus limites. * A diferença de idade entre os irmãos influi nas brigas? Por exemplo, quanto maior a diferença de idade entre eles maior a chance de desavenças, já que os interesses de ambos são diferentes? As brigas acompanham o relacionamento entre irmãos habitualmente. Quando há uma diferença de idade importante, as formas de briga variam. O conflito fraterno, que é uma relação horizontal entre irmãos, tende a acionar um outro conflito, simultaneamente, que é vertical: o conflito edípico com os pais. Assim, se estabelece uma rede de ansiedades, conflitos e brigas que tem o significado: - "quem é o escolhido?", "quem é o excluído', "quem é o rival?", "quem leva vantagens?, "quem ganhou?". Aos olhos de uma criança, o irmão geralmente significa o privilegiado, no qual ela deve "ficar de olho". Nas histórias infantis, os enredos de rivalidade e disputa são temas sempre presentes. Lembremos, por exemplo, "O Rei Leão", "A Cinderela", "Os Três Porquinhos"... Também surgem muitos exemplos destes conflitos nas manifestações diretas das crianças, como, por exemplo, uma criança que repetia as palavras da mãe referindo-se a ela como o "alinhavo", ao irmão mais velho como o "bordado" e ao irmão do meio como o "costurado". Ou aquelas crianças que dizem aos irmãos: -"tu foste encontrado na lata do lixo"; -"sabia que a mãe te adotou e só não te contou?", -"sabias que tu é a ovelha negra?". * Que complicações uma relação conturbada com um irmão pode trazer à criança ou ao adolescente no futuro? Irmãos que não tiveram uma relação saudável durante um longo tempo podem recuperar isso no futuro? Depois de adultos, por exemplo? Tanto a criança, quanto o adolescente ou mesmo o adulto pode transpor as várias esferas da sociedade - escola, amigos, namoros, clubes, ambientes de trabalho, instituições ou mesmo nações - seus conflitos fraternos não resolvidos. Nestes ambientes, podem surgir modelos que se tornem padrões de comportamento, como submissão, triunfo, desvalorização... Todavia, do ponto de vista emocional, sempre é possível haver mudanças, elaborações, revisões que levam ao crescimento. Vale a pena lembrar que aprender a brigar e fazer as pazes, discriminando as brigas que valem a pena das desnecessárias, é uma valiosa conquista. Portanto, as brigas fraternas podem ter um sentido estruturante. Material preparado por Ingeborg Bornholdt, Alda R. D. de Oliveira, Maria de Fátima Freitas, Eliane Goldstein e Nazur Aragonez de Vasconcellos - membros da Comissão da Diretoria da Infância e Adolescência da SPPA e utilizado como fonte de pesquisa para a reportagem de Zero Hora- caderno Meu filho, de 30 de agosto de 2004.




Disponível em :http://www.sppa.org.br/ver_saiba_mais_sobre.php?id_saiba_mais_sobre=6

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Desenvolvendo a intimidade do casal

Blog do InPAArtigosComentáriosDesenvolvendo a intimidade do casal
Enviado em 14 de Setembro de 2009
Publicado por Fábio Caló | Enviar por e-mail | Hits para esta publicação: 244



Por vezes, ouço em consultório a seguinte frase: - Doutor, o problema é que nós não temos intimidade. E devo concordar com os clientes, pois a falta de intimidade é, de fato, geradora de vários problemas na relação. E você, sabe o que significa intimidade na relação a dois?
Muito mais do que viver a sexualidade do casal sem constrangimentos, ter intimidade significa ter abertura com o outro, sentir-se à vontade ao lado dele(a), estar conectado ao outro, ligado a ele(a) de uma forma especial. Essa ligação entre os cônjuges pode até estar presente na área sexual, mas transcende essa área.

Quando um casal desenvolve amplamente a sua intimidade, há muitos ganhos na qualidade da relação. Seguem, então, algumas orientações para se desenvolver a intimidade do casal:

1) Comprometer-se nas discordâncias: Busque o meio-termo quando estiverem diante de um desacerto. Pergunte: - O que faria nós dois felizes?
2) Invista, pelo menos, 30 minutos por dia no seu companheiro: Seja no almoço, no jantar ou conversando baixinho na cama, desligue a TV, esqueça as crianças ou outras preocupações e procure saber como o seu companheiro está, como foi o dia dele, o que ele fez no trabalho.
3) Planejem uma noite ou dia para namorarem e se curtirem: Vista-se de forma a agradar o outro e saiam para jantar fora, assistir um filme ou ir a uma festa. Procurem rir juntos nessa ocasião.
4) Busque a empatia: Procure se colocar no lugar do outro diante das discordâncias. Pense que, com a história de vida dele(a), você também poderia pensar ou agir como ele(a).
5) Mostre curiosidade e interesse pelo seu parceiro: Quando ele(a) falar, olhe nos olhes dele(a) e escute atentamente o que ele(a) tem a dizer.
6) Surpreenda o seu parceiro: Proponha, subitamente, uma atividade que vocês possam fazer juntos ou algo de que ele(a) goste. Quem sabe uma viagem para uma cidade próxima ou uma aula de dança?
7) Escreva mensagens de amor: Deixe mensagens de amor na agenda dele(a), na tela de abertura do celular ou no bloco de anotações do escritório.
8) Valide o seu parceiro: Reconheça atitudes dele(a) que têm relevância para o casal e diga isso para ele(a) e/ou para outras pessoas na frente dele(a).
9) Mostre respeito: Contenha o volume da voz nas discussões, evite críticas desnecessárias e procure ouvir antes de dizer qualquer coisa num momento de uma conversa dura.
10) Divida responsabilidades: Assuma a sua parte de responsabilidade nas tarefas domiciliares e se ofereça para ajudar quando puder.

Se você tentou todas essas formas de desenvolver a intimidade com o seu cônjuge, mas não foi bem-sucedido e pensa que não há mais esperança, considere a Terapia de Casal como uma ferramenta importante para desenvolver ou resgatar a confiança e a intimidade na relação.

Disponível em:http://blog.inpaonline.com.br/2009/09/14/desenvolvendo-a-intimidade-do-casal/

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Pulseirinha do amor




O correio braziliense no dia 11 de abril, tratou de uma questão importante que vem invadindo a vida das criança e adolescente das cidades do DF, bem como em todo Brasil, já temos relatos de abuso sexual envolvidos ao uso da tal pulseirinha, por isso pais estejam atentos a cada adorno utilizado pelo seu filho, procurando sempre o significado de tal objeto.
Acesse o link abaixo e leia a matéria na íntegra.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/11/cidades,i=185285/A+MODA+PREOCUPANTE+DAS+PULSEIRAS+DO+SEXO.shtml