A Aprendizagem na Deficiência Intelectual (190h/a)
(Deficiência Intelectual)
A Aprendizagem na Deficiência Intelectual
Investimento R$289,00. Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão
Áreas: Ensino Especial, Pedagogia, Psicopedagogia, Psicologia e Saúde e Educação.
Nível: Curso livre de atualização profissional.
Titulação: No decorrer de seu estudos o leitor toma conhecimento dos diferentes prismas e abordagens sobre o tema, de forma a esclacer dúvidas e minimizar mitos e preconceitos referentes a essa capacidade especial.
Objetivo:
•Conhecer a trajetória histórico-social-cultural da deficiência no mundo.
•Informar sobre as leis internacionais e nacionaisque asseguram os direitos do Portador de Necessidade Especial
•Instruir sobre especificidade da deficiência Mental
•Oferecer as principais teóricos que se preocuparam com a aprendizagem.
•Reflexão sobre a inclusão digital do PNEE.
Público-alvo: Profissionais das áreas de Educação e Saúde, Acadêmicos em fase de Graduação, Especialização, Mestrado ou Doutorado. Profissionais da Pedagogia, Psicopedagogia, Educação Infantil e Fundamental, Psicologia e áreas afins.
Duração estimada: Mínimo 15 dias, máximo 180 dias.
Metodologia: Você acessa a apostila no ambiente de estudos EAD (plataforma Moodle), estuda nas horas vagas, interage com a tutora por meio do fórum e tem até seis meses para concluir as atividades avaliativas.
Carga horária certificada: 190 horas -Totalmente à distância.
Data de início: Você paga, garante sua vaga neste curso, preenche a ficha de inscrição e recebe orientações iniciais por e-mail.
Pré-Requisitos: Ter noções básicas de informática e internet para acessar os arquivos em biblioteca virtual, participar de Fóruns e abrir documentos em Word e PDF.
Tópicos abordados:
MÓDULO I - A DEFICIÊNCIA NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Tópico 1- A História Da Deficiência
Tópico 2- Documentos Orientadores No Âmbito Internacional
Tópico 3 - Legislação Brasileira
MÓDULO II - DEFICIÊNCIA MENTAL
Tópico 1 –Definição, Atualização semântica, Causas ,Diagnóstico e Prevenção
Tópico 2- Classificação
Tópico 3- Integração Do ANEE
Tópico.4.- Adaptação Curricular
Tópico5- A Parceria Pela Inclusão
MÓDULO III - UM OLHAR DIFERENTE DIANTE DA DEFICIÊNCIA
Tópico 1- Contribuições De Estudiosos
Tópico 2-Maria Montessori
Tópico 3-Jean Piaget
Tópico 4-Lev Semenovich Vygotsky
Tópico 5- Emilia Ferreiro
MÓDULO IV – PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL
Tópico1- Esther Pillar Grossi
Tópico2- Método Natural
MÓDULO V- INCLUSÃO
Tópico 1- Inclusão do ANEE
Tópico2- Adaptação curricular
Tópico3- Parceria pela Inclusão
Tópico4- Inclusão Digital
Certificação: Todos os certificados serão emitidos pela UnicEAD em parceria com a OSCIP Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal – ABMP/DF, em conformidade com a legislação vigente sobre cursos livres de atualização profissional e por isso está isento de qualquer reconhecimento. Base legal: Lei de Cursos Livres, nº. 9394/96 art. 67 e 87, inciso III e Parecer nº. 64/2004 - CEDF.
InvestimentoR$289,00.
Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
Boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão
Informações e inscrições direto no site http://www.cursoschafic.com.br/ /
Atendimento online de segunda à sexta, das 14h às 19h direto no site.
Realização:Chafic.com.br, UnicEAD em parceria com a ABMPDF - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática Regional do Distrito Federal
Coordenação: Prof. Chafic Jbeili - Psicanalista e psicopedagogo
Suporte e formação continuada para educadores.
Tel.: (38)3082-0876
(38)9184-0439
e-mail:secretaria@chafic.com.br
Montes Claros-MG e Brasília-DF
Brasil.
Administrador: Prof. Chafic (Direção)
Sejam Bem Vindos! Este espaço é destinado ao compartilhar de informações que possam auxiliar os pais na educação dos filhos e nos problemas de aprendizagem, bem como no processo de inclusão das pessoas portadores de deficiência. Procurando ainda auxiliar a formação da família e da pessoa em geral .
quinta-feira, 8 de julho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
BRIGAS ENTRE IRMÃOS
Ingeborg Bornholdt
* Briga entre irmãos é saudável? Até que ponto a briga entre irmãos é saudável? É normal que todos os irmãos briguem? O que essas brigas significam? Sim, a briga entre irmãos é normal e saudável, desde que esta venha entremeada de períodos de relacionamento amistoso, de companheirismo e de convívio prazeroso como, por exemplo, no brinquedo compartilhado. Cada criança nasce e inicialmente necessita de atendimento total de seus pais para sobreviver. Assim, ela se constrói emocionalmente percebendo a mãe como uma posse sua. Também concebe a si mesma como sendo o centro da vida da mãe. Um irmão, seja ele maior ou menor, não só ameaça esta percepção e desejo como causa profundos rancores e ódios. A família é o lugar que abriga todos os sentimentos, tanto os amorosos quanto os hostis. Assim, ela abriga as lealdades, deslealdades, rivalidades, solidariedade, competições, exercícios do poder, experimentação do amor, amizade, admiração, inveja, ciúme, agressividade, etc. O ciúme é normal e saudável, pois decorre do fato de que as crianças amam. Qualquer coisa que absorva o tempo e a atenção da mãe, do pai ou outros cuidadores, como, por exemplo, a existência de um irmão, pode provocar ciúmes. O termo rivalidade provém do latim rivalis e significa ter direito à mesma corrente de água: há uma luta constante pelo reasseguramento da água. A criança pode reagir brigando, gritando, dando pontapés, regredindo, enfim, criando confusão. Brigar possibilita à criança vivenciar sua agressividade de forma não destrutiva. Nisto, a família exerce uma função de auxiliar a criança a processar seus sentimentos. * O que os pais fazem (atitudes, comportamentos e comentários) que pode influenciar na briga, ainda que inconscientemente? A postura dos pais frente a uma briga dos filhos pode causar ressentimentos e mágoas? De que tipo, por exemplo? Achar-se preterido pelos pais em relação ao irmão é uma das causas mais comuns das brigas? O nascimento de um filho reedita antigos sentimentos inconscientes nos pais. Assim, por exemplo, um pai com sentimentos não resolvidos com sua irmã, pode, ao interferir na briga com seus filhos, tomar inconscientemente um partido que não condiz com aquela situação de agora. Poderá então, favorecer e proteger um em detrimento do outro, representando um acerto de contas com aquela irmã. Pais que se desesperam e assustam com a agressividade do filho fornecem a este uma impressão de muito perigo. A sensação de perigo estimula na criança a agressividade, como defesa, e pode assim criar-se um sistema de retroalimentação, com o qual o brigar pode ir tornando-se cada vez mais violento, contribuindo para que a criança construa uma imagem de si mesma como muito perigosa. A fragilidade emocional dos pais, desta forma, causa insegurança no filho. Em suma, o adulto maduro, com sua tolerência e capacidade de não desespero, auxilia a criança a encontrar seus limites. * A diferença de idade entre os irmãos influi nas brigas? Por exemplo, quanto maior a diferença de idade entre eles maior a chance de desavenças, já que os interesses de ambos são diferentes? As brigas acompanham o relacionamento entre irmãos habitualmente. Quando há uma diferença de idade importante, as formas de briga variam. O conflito fraterno, que é uma relação horizontal entre irmãos, tende a acionar um outro conflito, simultaneamente, que é vertical: o conflito edípico com os pais. Assim, se estabelece uma rede de ansiedades, conflitos e brigas que tem o significado: - "quem é o escolhido?", "quem é o excluído', "quem é o rival?", "quem leva vantagens?, "quem ganhou?". Aos olhos de uma criança, o irmão geralmente significa o privilegiado, no qual ela deve "ficar de olho". Nas histórias infantis, os enredos de rivalidade e disputa são temas sempre presentes. Lembremos, por exemplo, "O Rei Leão", "A Cinderela", "Os Três Porquinhos"... Também surgem muitos exemplos destes conflitos nas manifestações diretas das crianças, como, por exemplo, uma criança que repetia as palavras da mãe referindo-se a ela como o "alinhavo", ao irmão mais velho como o "bordado" e ao irmão do meio como o "costurado". Ou aquelas crianças que dizem aos irmãos: -"tu foste encontrado na lata do lixo"; -"sabia que a mãe te adotou e só não te contou?", -"sabias que tu é a ovelha negra?". * Que complicações uma relação conturbada com um irmão pode trazer à criança ou ao adolescente no futuro? Irmãos que não tiveram uma relação saudável durante um longo tempo podem recuperar isso no futuro? Depois de adultos, por exemplo? Tanto a criança, quanto o adolescente ou mesmo o adulto pode transpor as várias esferas da sociedade - escola, amigos, namoros, clubes, ambientes de trabalho, instituições ou mesmo nações - seus conflitos fraternos não resolvidos. Nestes ambientes, podem surgir modelos que se tornem padrões de comportamento, como submissão, triunfo, desvalorização... Todavia, do ponto de vista emocional, sempre é possível haver mudanças, elaborações, revisões que levam ao crescimento. Vale a pena lembrar que aprender a brigar e fazer as pazes, discriminando as brigas que valem a pena das desnecessárias, é uma valiosa conquista. Portanto, as brigas fraternas podem ter um sentido estruturante. Material preparado por Ingeborg Bornholdt, Alda R. D. de Oliveira, Maria de Fátima Freitas, Eliane Goldstein e Nazur Aragonez de Vasconcellos - membros da Comissão da Diretoria da Infância e Adolescência da SPPA e utilizado como fonte de pesquisa para a reportagem de Zero Hora- caderno Meu filho, de 30 de agosto de 2004.
Disponível em :http://www.sppa.org.br/ver_saiba_mais_sobre.php?id_saiba_mais_sobre=6
* Briga entre irmãos é saudável? Até que ponto a briga entre irmãos é saudável? É normal que todos os irmãos briguem? O que essas brigas significam? Sim, a briga entre irmãos é normal e saudável, desde que esta venha entremeada de períodos de relacionamento amistoso, de companheirismo e de convívio prazeroso como, por exemplo, no brinquedo compartilhado. Cada criança nasce e inicialmente necessita de atendimento total de seus pais para sobreviver. Assim, ela se constrói emocionalmente percebendo a mãe como uma posse sua. Também concebe a si mesma como sendo o centro da vida da mãe. Um irmão, seja ele maior ou menor, não só ameaça esta percepção e desejo como causa profundos rancores e ódios. A família é o lugar que abriga todos os sentimentos, tanto os amorosos quanto os hostis. Assim, ela abriga as lealdades, deslealdades, rivalidades, solidariedade, competições, exercícios do poder, experimentação do amor, amizade, admiração, inveja, ciúme, agressividade, etc. O ciúme é normal e saudável, pois decorre do fato de que as crianças amam. Qualquer coisa que absorva o tempo e a atenção da mãe, do pai ou outros cuidadores, como, por exemplo, a existência de um irmão, pode provocar ciúmes. O termo rivalidade provém do latim rivalis e significa ter direito à mesma corrente de água: há uma luta constante pelo reasseguramento da água. A criança pode reagir brigando, gritando, dando pontapés, regredindo, enfim, criando confusão. Brigar possibilita à criança vivenciar sua agressividade de forma não destrutiva. Nisto, a família exerce uma função de auxiliar a criança a processar seus sentimentos. * O que os pais fazem (atitudes, comportamentos e comentários) que pode influenciar na briga, ainda que inconscientemente? A postura dos pais frente a uma briga dos filhos pode causar ressentimentos e mágoas? De que tipo, por exemplo? Achar-se preterido pelos pais em relação ao irmão é uma das causas mais comuns das brigas? O nascimento de um filho reedita antigos sentimentos inconscientes nos pais. Assim, por exemplo, um pai com sentimentos não resolvidos com sua irmã, pode, ao interferir na briga com seus filhos, tomar inconscientemente um partido que não condiz com aquela situação de agora. Poderá então, favorecer e proteger um em detrimento do outro, representando um acerto de contas com aquela irmã. Pais que se desesperam e assustam com a agressividade do filho fornecem a este uma impressão de muito perigo. A sensação de perigo estimula na criança a agressividade, como defesa, e pode assim criar-se um sistema de retroalimentação, com o qual o brigar pode ir tornando-se cada vez mais violento, contribuindo para que a criança construa uma imagem de si mesma como muito perigosa. A fragilidade emocional dos pais, desta forma, causa insegurança no filho. Em suma, o adulto maduro, com sua tolerência e capacidade de não desespero, auxilia a criança a encontrar seus limites. * A diferença de idade entre os irmãos influi nas brigas? Por exemplo, quanto maior a diferença de idade entre eles maior a chance de desavenças, já que os interesses de ambos são diferentes? As brigas acompanham o relacionamento entre irmãos habitualmente. Quando há uma diferença de idade importante, as formas de briga variam. O conflito fraterno, que é uma relação horizontal entre irmãos, tende a acionar um outro conflito, simultaneamente, que é vertical: o conflito edípico com os pais. Assim, se estabelece uma rede de ansiedades, conflitos e brigas que tem o significado: - "quem é o escolhido?", "quem é o excluído', "quem é o rival?", "quem leva vantagens?, "quem ganhou?". Aos olhos de uma criança, o irmão geralmente significa o privilegiado, no qual ela deve "ficar de olho". Nas histórias infantis, os enredos de rivalidade e disputa são temas sempre presentes. Lembremos, por exemplo, "O Rei Leão", "A Cinderela", "Os Três Porquinhos"... Também surgem muitos exemplos destes conflitos nas manifestações diretas das crianças, como, por exemplo, uma criança que repetia as palavras da mãe referindo-se a ela como o "alinhavo", ao irmão mais velho como o "bordado" e ao irmão do meio como o "costurado". Ou aquelas crianças que dizem aos irmãos: -"tu foste encontrado na lata do lixo"; -"sabia que a mãe te adotou e só não te contou?", -"sabias que tu é a ovelha negra?". * Que complicações uma relação conturbada com um irmão pode trazer à criança ou ao adolescente no futuro? Irmãos que não tiveram uma relação saudável durante um longo tempo podem recuperar isso no futuro? Depois de adultos, por exemplo? Tanto a criança, quanto o adolescente ou mesmo o adulto pode transpor as várias esferas da sociedade - escola, amigos, namoros, clubes, ambientes de trabalho, instituições ou mesmo nações - seus conflitos fraternos não resolvidos. Nestes ambientes, podem surgir modelos que se tornem padrões de comportamento, como submissão, triunfo, desvalorização... Todavia, do ponto de vista emocional, sempre é possível haver mudanças, elaborações, revisões que levam ao crescimento. Vale a pena lembrar que aprender a brigar e fazer as pazes, discriminando as brigas que valem a pena das desnecessárias, é uma valiosa conquista. Portanto, as brigas fraternas podem ter um sentido estruturante. Material preparado por Ingeborg Bornholdt, Alda R. D. de Oliveira, Maria de Fátima Freitas, Eliane Goldstein e Nazur Aragonez de Vasconcellos - membros da Comissão da Diretoria da Infância e Adolescência da SPPA e utilizado como fonte de pesquisa para a reportagem de Zero Hora- caderno Meu filho, de 30 de agosto de 2004.
Disponível em :http://www.sppa.org.br/ver_saiba_mais_sobre.php?id_saiba_mais_sobre=6
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Desenvolvendo a intimidade do casal
Blog do InPAArtigosComentáriosDesenvolvendo a intimidade do casal
Enviado em 14 de Setembro de 2009
Publicado por Fábio Caló | Enviar por e-mail | Hits para esta publicação: 244
Por vezes, ouço em consultório a seguinte frase: - Doutor, o problema é que nós não temos intimidade. E devo concordar com os clientes, pois a falta de intimidade é, de fato, geradora de vários problemas na relação. E você, sabe o que significa intimidade na relação a dois?
Muito mais do que viver a sexualidade do casal sem constrangimentos, ter intimidade significa ter abertura com o outro, sentir-se à vontade ao lado dele(a), estar conectado ao outro, ligado a ele(a) de uma forma especial. Essa ligação entre os cônjuges pode até estar presente na área sexual, mas transcende essa área.
Quando um casal desenvolve amplamente a sua intimidade, há muitos ganhos na qualidade da relação. Seguem, então, algumas orientações para se desenvolver a intimidade do casal:
1) Comprometer-se nas discordâncias: Busque o meio-termo quando estiverem diante de um desacerto. Pergunte: - O que faria nós dois felizes?
2) Invista, pelo menos, 30 minutos por dia no seu companheiro: Seja no almoço, no jantar ou conversando baixinho na cama, desligue a TV, esqueça as crianças ou outras preocupações e procure saber como o seu companheiro está, como foi o dia dele, o que ele fez no trabalho.
3) Planejem uma noite ou dia para namorarem e se curtirem: Vista-se de forma a agradar o outro e saiam para jantar fora, assistir um filme ou ir a uma festa. Procurem rir juntos nessa ocasião.
4) Busque a empatia: Procure se colocar no lugar do outro diante das discordâncias. Pense que, com a história de vida dele(a), você também poderia pensar ou agir como ele(a).
5) Mostre curiosidade e interesse pelo seu parceiro: Quando ele(a) falar, olhe nos olhes dele(a) e escute atentamente o que ele(a) tem a dizer.
6) Surpreenda o seu parceiro: Proponha, subitamente, uma atividade que vocês possam fazer juntos ou algo de que ele(a) goste. Quem sabe uma viagem para uma cidade próxima ou uma aula de dança?
7) Escreva mensagens de amor: Deixe mensagens de amor na agenda dele(a), na tela de abertura do celular ou no bloco de anotações do escritório.
8) Valide o seu parceiro: Reconheça atitudes dele(a) que têm relevância para o casal e diga isso para ele(a) e/ou para outras pessoas na frente dele(a).
9) Mostre respeito: Contenha o volume da voz nas discussões, evite críticas desnecessárias e procure ouvir antes de dizer qualquer coisa num momento de uma conversa dura.
10) Divida responsabilidades: Assuma a sua parte de responsabilidade nas tarefas domiciliares e se ofereça para ajudar quando puder.
Se você tentou todas essas formas de desenvolver a intimidade com o seu cônjuge, mas não foi bem-sucedido e pensa que não há mais esperança, considere a Terapia de Casal como uma ferramenta importante para desenvolver ou resgatar a confiança e a intimidade na relação.
Disponível em:http://blog.inpaonline.com.br/2009/09/14/desenvolvendo-a-intimidade-do-casal/
Enviado em 14 de Setembro de 2009
Publicado por Fábio Caló | Enviar por e-mail | Hits para esta publicação: 244
Por vezes, ouço em consultório a seguinte frase: - Doutor, o problema é que nós não temos intimidade. E devo concordar com os clientes, pois a falta de intimidade é, de fato, geradora de vários problemas na relação. E você, sabe o que significa intimidade na relação a dois?
Muito mais do que viver a sexualidade do casal sem constrangimentos, ter intimidade significa ter abertura com o outro, sentir-se à vontade ao lado dele(a), estar conectado ao outro, ligado a ele(a) de uma forma especial. Essa ligação entre os cônjuges pode até estar presente na área sexual, mas transcende essa área.
Quando um casal desenvolve amplamente a sua intimidade, há muitos ganhos na qualidade da relação. Seguem, então, algumas orientações para se desenvolver a intimidade do casal:
1) Comprometer-se nas discordâncias: Busque o meio-termo quando estiverem diante de um desacerto. Pergunte: - O que faria nós dois felizes?
2) Invista, pelo menos, 30 minutos por dia no seu companheiro: Seja no almoço, no jantar ou conversando baixinho na cama, desligue a TV, esqueça as crianças ou outras preocupações e procure saber como o seu companheiro está, como foi o dia dele, o que ele fez no trabalho.
3) Planejem uma noite ou dia para namorarem e se curtirem: Vista-se de forma a agradar o outro e saiam para jantar fora, assistir um filme ou ir a uma festa. Procurem rir juntos nessa ocasião.
4) Busque a empatia: Procure se colocar no lugar do outro diante das discordâncias. Pense que, com a história de vida dele(a), você também poderia pensar ou agir como ele(a).
5) Mostre curiosidade e interesse pelo seu parceiro: Quando ele(a) falar, olhe nos olhes dele(a) e escute atentamente o que ele(a) tem a dizer.
6) Surpreenda o seu parceiro: Proponha, subitamente, uma atividade que vocês possam fazer juntos ou algo de que ele(a) goste. Quem sabe uma viagem para uma cidade próxima ou uma aula de dança?
7) Escreva mensagens de amor: Deixe mensagens de amor na agenda dele(a), na tela de abertura do celular ou no bloco de anotações do escritório.
8) Valide o seu parceiro: Reconheça atitudes dele(a) que têm relevância para o casal e diga isso para ele(a) e/ou para outras pessoas na frente dele(a).
9) Mostre respeito: Contenha o volume da voz nas discussões, evite críticas desnecessárias e procure ouvir antes de dizer qualquer coisa num momento de uma conversa dura.
10) Divida responsabilidades: Assuma a sua parte de responsabilidade nas tarefas domiciliares e se ofereça para ajudar quando puder.
Se você tentou todas essas formas de desenvolver a intimidade com o seu cônjuge, mas não foi bem-sucedido e pensa que não há mais esperança, considere a Terapia de Casal como uma ferramenta importante para desenvolver ou resgatar a confiança e a intimidade na relação.
Disponível em:http://blog.inpaonline.com.br/2009/09/14/desenvolvendo-a-intimidade-do-casal/
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Pulseirinha do amor

O correio braziliense no dia 11 de abril, tratou de uma questão importante que vem invadindo a vida das criança e adolescente das cidades do DF, bem como em todo Brasil, já temos relatos de abuso sexual envolvidos ao uso da tal pulseirinha, por isso pais estejam atentos a cada adorno utilizado pelo seu filho, procurando sempre o significado de tal objeto.
Acesse o link abaixo e leia a matéria na íntegra.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/04/11/cidades,i=185285/A+MODA+PREOCUPANTE+DAS+PULSEIRAS+DO+SEXO.shtml
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Dançar para incluir

Correio Braziliense
Brasília, segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Por meio da dança, portadores de síndrome de Down Revelam Progressos no tratamento da doença
Elisa TECLES
Publicação: 14/12/2009 08:14 Atualização: 14/12/2009 08:19
Aos 16 anos, o estudante Alexandre de Paula Guimarães só quer saber de dançar e fazer bonito no palco. Ele ensaia os passos de dança de rua em frente ao espelho da sala e acompanha os movimentos dos colegas para não sair do ritmo. Na noite da próxima quarta-feira, Alexandre se apresentará pela primeira vez no Teatro Nacional Cláudio Santoro. O espetáculo é a mais nova conquista do adolescente, que nasceu com síndrome de Down.
Alexandre Guimarães de Paula (C) durante uma aula: Movimentos sincronizados destacam o adolescente em uma atividade que lhe dá prazer e destacam suas habilidades cênicas
A família de Alexandre não teve dúvidas ao escolher uma dança que combinaria com o rapaz. "Ele gosta de músicas movimentadas, é o estilo dele", comentou a mãe do jovem, uma funcionária pública Gilda Guimarães de Paula, 55 anos. Quem é ela leva o estudante aos últimos ensaios do show - em três dias, ele subirá ao palco da Sala Martins Penna com outros três dançarinos.
Todos os sábados, Alexandre passa como manhãs na aula de dança de rua. Tamanho fôlego vem dos treinos de futsal e natação, esportes preferidos do estudante. Gilda torce para o filho Exercer todo tipo de atividade, mas nem sempre recebeu incentivo para isso. "Quando fomos à primeira consulta, o médico disse que ele não ia fazer isso e aquilo. Eu não escutava e pensava: 'Meu filho vai ser diferente' ", lembrou,.
Quinze dias depois do nascimento, Gilda Alexandre levou uma uma clínica especializada No tratamento da síndrome de Down. Com a estimulação precoce, o bebê começou engatinhar um e aprendeu a andar com 1 ano e 2 meses de idade. Vencida uma primeira dificuldade, Gilda procurou escolas para matricular o filho. Recebeu diversas respostas negativas em colégios particulares, que alegavam não ter pessoal especializado para ensinar uma criança. O garoto entrou em uma escola regular da rede pública, mas não teve o resultado esperado. "Era só um professor para muitos, alunos não tinha como dar atenção ao Alexandre", disse Gilda. No início do ano, o rapaz foi aceito em um colégio particular, onde começou a escrever ea ler. Além da alfabetização, os alunos exercitam atividades do cotidiano, como fazer compras no shopping e prestar atenção nos preços e no valor do troco recebido.
Bailando
Nas aulas de dança de rua, Alexandre e se movimenta adquirir percepção do próprio corpo. Pessoas "Tem que procuram a dança para se sentir bem. A dança é qualidade de vida ", comentou o professor da turma, Wesley Messias, 30 anos. Wesley da atenção um Alexandre, mas o tratamento é o mesmo para todos os alunos: eles Devem Respeitar os momentos de alongamento e de seguir as orientações e ensaio do professor.
Em casa, a disciplina é a mesma. Assim como as duas mais velhas irmãs, Alexandre não escapa das broncas quando sai da linha. Os "três Criei do mesmo jeito, brigando e colocando de castigo", afirmou Gilda. A mãe é Durona quando necessário, mas derrete-se com as conquistas do filho. Ao saber da participação dele do espetáculo, não se conteve. "Fiquei tão feliz, isso é muito gratificante. Tudo o que ele fizer lá a gente vai achar lindo, a família toda vai chorar ", adiantou,.
Gilda descobriu as habilidades do filho com uma dança durante uma festa. Começou a tocar Michael Jackson eo garoto correu para a pista. "Ele foi aplaudido de pé. Nem eu sabia que ele dançava tanto! ", Comentou. Antes de qualquer festa, a mãe escuta a mesma pergunta do filho: "Vai ter DJ?".
O espetáculo do Instituto de Dança Juliana Castro contará com uma participação de 120 bailarinos, entre 7 e 65 anos. A coreografia Geometria brasileira terá trechos de balé, dança afro, jazz dança de salão, sapateado, salsa e outros estilos. Na turma de Alexandre, A maioria dos alunos pratica dança de rua há menos de um ano, mas já arrisca coreografias completas.
A diretora artística da academia, Juliana Castro, é pós-graduada em ensino especial e busca a participação de crianças com Deficiências nas aulas de dança. Nos oito espetáculos realizados pelo instituto, todos contaram com bailarinos portadores de necessidades especiais. "O tratamento é igual, respeitando uma Limitação dele e de qualquer outro aluno", resume Juliana. Segundo ela, o importante é Garantir aos pais que os filhos estão em um ambiente seguro cuidados, com especiais.
Cromossomos
Crianças com NaSciDaS uma síndrome de Down Possuem três cromossomos 21 (trissomia), um a mais que o normal. Elas costumam ter desenvolvimento físico e mental mais lento que o de outras crianças e pueden levar mais tempo para começar um andar ou a falar. Algumas Apresentar también problemas no coração ou perda auditiva e ter maiores chances de leucemia Desenvolver ou mal de Alzheimer. A trissomia da Frequência na população é de um a cada 650 um 1 mil recém-nascidos.
Street dance
A dança teve origem nos Estados Unidos, no fim da década de 1960. Os passos rápidos conquistaram os guetos americanos eo estilo se popularizou. Nos anos 1980, o hip-hop ganhou destaque não trouxe Brasil e como fazer coreografias de dança de rua. A modalidade deixou de ser exclusiva das ruas e virou moda em academias no país
Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/12/14/cidades,i=160780/POR+MEIO+DA+DANCA+PORTADORES+DE+SINDROME+DE+DOWN+REVELAM+PROGRESSOS+NO+TRATAMENTO+DA+DOENCA.shtml
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Que anjos especiais!
Deus nos dá presentes muito especiais, veja que presentão Deus colocou na minha vida este ano, essas crianças incríveis que amo de paixão e que nunca vou esquecer.
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