sábado, 20 de agosto de 2011

Supera lança excelentes cursos em clínica psicopedagógica.





Síndromes, Transtornos ou Deficiências?: (180h/a) Saiba as diferenças básicas entre os termos técnicos utilizados em algumas classificações de doenças, tais como físicas, intelectuais, auditiva, visual, bem como as principais síndromes e transtornos da aprendizagem sob a Tutoria da Profa Esp. Luciana Almeida, Doutora H.C em Psicopedagogia, Psicanalista em supervisão e especialista em Ensino Especial com mais de 15 anos de experiência em educação, atendimento, diagnóstico e clínica multidisciplinar.
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sábado, 6 de agosto de 2011

Para onde caminha a sociedade?


Com quase 20 anos de profissão muitas vezes me pergunto "Onde vamos parar?". No contexto escolar a cada dia que passa encontramos todos os dias situações assustadoras nas salas de aulas, o professor não é respeitado, não há valorização nenhuma desse profissional tão importante. Os pais tratam os professores de seu filho como menos respeito ainda, estamos criando uma cultura apenas de direitos, direito do aluno , direito do pai  e esquecendo que a sociedade e estrutura regida por direitos e deveres, se o sistema está disfuncional em alguma engrenagem, ele inicialmente funcionará mal até o fim, pois cada engrenagem apresenta sua função e não pode ser substituida por outra.
Infelizmente caminhamos para isso, a família vai muito mal , a escola  também, o Estado não intervem, consequentemente a segurança não consegue abarcar todas as funções anteriores  e  caminhamos aceleradamente  para o caos total, pois cada peça da engrenagem,  sociedade, não está cumprindo com sua função e dessa forma inviabiliza o funcionamento de todo o sistema.
Numa reunião de professores, coloquei alguns casos te alunos problemas, no auge da discussão do que poderíamos fazer por eles, nos deparamos com uma situação a falência da instituição família. Ela é a base e por esse motivo é esse ponto que precisa ser cuidado, sendo estendido a um segmento complementar da formação do indivíduo que é a escola.
O texto abaixo dá um dimensão interessante para um futuro próximo, se a situação continuar da forma se apresenta.


A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES


O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores no início, eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.



O TEXTO


O texto acima circula na internet desde 2009. Mas como ele se mantém atualíssimo, vale repassá-lo para os nossos amigos. Trata-se apenas de um opinião de um autor desconhecido.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Desenhos ajudam identificar problemas.


Desenhos infantis revelam sonhos e ajudam a identificar problemas como agressividade, timidez ou insegurança
Por Rose Campos (Extraído)

É inevitável: em algum momento toda criança pede papel e lápis para desenhar. O resultado pode variar de rabiscos, bolinhas e manchas disformes até a indefectível casinha, mas dificilmente será uma transposição fiel da realidade. Poucos adultos conseguem perceber o quanto o desenho infantil pode ser revelador: traduz o grau de maturidade da criança, seu equilíbrio emocional e afetivo, seu estágio de desenvolvimento motor e cognitivo.

Pais que dão pouca atenção às garatujas produzidas por seus filhos ou educadores que encaram a atividade de desenhar como um tapa-buracos para os instantes de sua ausência em sala de aula estão perdendo uma grande oportunidade. Em muitos casos, o desenho pode expressar sensações e sentimentos que a criança não conseguiria mostrar de outra forma. Observando melhor as linhas do desenho infantil, é possível descobrir atrasos no ritmo de desenvolvimento, excesso de timidez ou mesmo dificuldades no relacionamento familiar.

Embora não haja regras fixas, há muito a ser observado no desenho. O exemplo da casinha, tão comum na temática infantil, por si só já é bastante rico. Casas feitas no ar, sem um chão, uma base, podem representar essa falta de parâmetros ou de segurança da criança. Janelas e portas muito pequenas podem significar sua dificuldade de abertura e de contato com o mundo externo. Ou podem ter conotação de tristeza ou timidez. Uma grande variação de cores pode representar alegria e expansão. O telhado da casa costuma ser muito importante, pois simboliza o conteúdo de sonhos e fantasias.

Os primeiros registros de linguagem escrita, ainda na pré-história, tinham a significativa forma de desenhos. As chamadas pinturas rupestres, encontradas nas paredes de antigas cavernas, traziam a representação simbólica da forma de viver do homem primitivo, seus conhecimentos, seus medos, suas divindades. De forma análoga, assim como foi marcante nos primórdios da evolução histórica, também no início do processo de desenvolvimento humano, o desenho cumpre um papel relevante.

'O desenho surge antes da escrita e se constitui numa forma de expressão bastante espontânea da criança, revelando sua maneira de ver o mundo', resume Mônica Guttmann, psicóloga e especialista em arte-terapia e arte-educação pelo Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo.

'A criança está integralmente presente em tudo o que faz, principalmente quando existe um espaço emocional que o permita. Existe um pensar por trás do seu fazer, por trás de suas pequenas operações, como subir e descer uma escada, balançar insistentemente um chocalho, amassar um papel', comenta Edith Derdyk, artista plástica e educadora, em seu livro Formas de Pensar o Desenho (leia mais na pág. 34).

Nem sempre o adulto consegue captar no papel a rapidez do raciocínio infantil. Se a criança desenha uma chuva que derrubou a casa, talvez seja porque ela está passando por um momento tempestuoso. Mas logo depois ela pode vislumbrar e desenhar o sol. Misturas de temas como essas podem ser erroneamente interpretadas como algo confuso ou conflitante. Por isso é tão relevante observar também o contexto e dialogar com os pequenos desenhistas.

Maria Alice Proença é coordenadora de educação infantil da Escola Lourenço Castanho e trabalha no maternal com crianças de 1 a 4 anos. O desenho e outras expressões artísticas ocupam espaço privilegiado no projeto pedagógico da escola e são vistos como outras formas de comunicação da criança, sem a preocupação em avaliar. 'O educador olha se a criança está explorando os movimentos das garatujas, procurando oferecer estímulos', diz Maria Alice. Ela explica que se o aluno não ocupa todo o espaço da folha, provavelmente não ocupe todo o espaço do ambiente – o que pode acontecer por pura timidez (leia mais no quadro à pág. 35). Se for assim, a professora leva a criança a explorar melhor o pátio da escola, por exemplo.

Até os 4 anos, as crianças ainda não desenham figuras, mas há uma evolução nas garatujas. O traçado começa linear, passa a ser circular e aos poucos a criança sai de pontos específicos e consegue usar todo o papel. A escolha de cores não é tão importante nessa idade, quando os arabescos tendem a ser monocromáticos. Quando a criança consegue evoluir das linhas retas para as bolinhas é sinal de que está concluindo o maternal. 'E aí já se refere a si como ‘eu’', explica Maria Alice. Coincidentemente, o fechamento do círculo no papel simboliza o fechamento do ciclo básico do desenvolvimento, importante tanto para sua estruturação como indivíduo quanto para formar a competência para a escrita.

Tereza Cristina Pedroso Ajzenberg, psicóloga especializada em gestalt terapia e arte-terapia pelo Instituto Sedes Sapientiae, ressalta que o desenho conta tanto da realidade objetiva quanto da subjetiva de quem o faz.

Ela explica que há uma ampla gama de sinais reveladores nessa produção, mas eles não devem ser avaliados segundo um padrão. E aconselha investigar não necessariamente o diferente, mas aquilo que denota tristeza ou angústia. Desenhar e apagar seguidamente pode revelar apenas a preocupação em apresentar um resultado bonito. Ou, em alguns casos, certa angústia. Discernir entre uma situação e outra pressupõe contato e interação com o autor do desenho, não privilegiando o resultado estético, mas a história que a criança deseja contar. A representação de um acidente, por exemplo, não faz necessariamente parte da vida da criança. Às vezes, surge em seu desenho depois de algo visto na rua ou na TV.

'Buscar o desenho na comunicação com crianças é privilegiar um referencial mais próximo delas', defende Paula Fontana Fonseca, psicanalista. Ela vê os recursos lúdicos como fortes aliados em situações traumáticas, mesmo quando a criança já domina o discurso verbal. O desenho pode ser de grande ajuda para a criança em situações como a violência doméstica – quando há dificuldade em falar, falta de compreensão do que aconteceu ou incapacidade de dar nome aos próprios sentimentos.

Myrian Bove Fernandes, gestalt terapeuta, alerta para o perigo de se tirar conclusões precipitadas por causa do desenho dos pequenos: 'Imaginar que uma criança tem problema porque só pinta usando a cor preta, por exemplo, pode ser muito perigoso. Ela pode ter escolhido a cor porque dá mais contraste no papel e fica mais bonito.'

Myrian lembra a preocupação de um profissional e dos pais de um garoto com o hábito do filho de picar minhocas. Procuravam investigar a causa de sua agressividade até ouvi-lo dizer para a minhoca esquartejada: 'Olha, agora você já tem muitos amiguinhos.' O caso serve para lembrar que enquanto o adulto corre o risco de se fechar em grandes teorias e volteios de interpretações, a criança pode simplesmente dizer que 'não é nada disso.'

Um dos testes clássicos com utilização do desenho infantil é denominado HTP (sigla para House, Tree, Person, 'casa', 'árvore' e 'pessoa'). Trata-se de um tipo de teste de projeção e recebe esse nome por ter o objetivo de fazer a pessoa expressar fora o que está dentro. Os três elementos do HTP foram escolhidos por serem símbolos universais. Crianças de todo o mundo, em qualquer tempo, repetirão esses símbolos. A casa oferece uma riqueza de interpretações tanto no sentido de representar o abrigo familiar quanto a estrutura psicodinâmica da própria criança. A árvore representaria suas relações com o mundo e a pessoa, o 'eu'. O HTP é um teste com fundamento científico comprovado, bastante utilizado nas clínicas de atendimento psicoterapêutico infantil e em algumas instituições.

Tereza Cristina afirma que a grande preocupação com a criança, principalmente na escola, é com relação à alfabetização e ao rápido domínio da linguagem escrita. Não haveria problema se essa expectativa de competência não concorresse, ao mesmo tempo, com uma certa repressão do ato de desenhar. 'Questões de lateralidade e uso de espaço, que poderiam ser mais bem resolvidas com a experiência do desenho, acabam sendo prejudicadas pela escrita.'

A psicóloga conta que tem recebido em seu consultório crianças muito inibidas para desenhar. Uma delas, de 6 anos, havia sido informada para não fazer mais olho em formato de bolinha – tinha de se preocupar com as dobras das pálpebras. Enquanto são pressionadas pelo excesso de rigor estético em desenhos dos quais se exige cada vez mais realismo, as crianças são privadas de exercitar livremente a criatividade.

Aicil Franco, psicóloga clínica com formação junguiana, trabalha com crianças, adolescentes e adultos. Se a criança sente-se insegura para desenhar, Aicil aconselha o uso da argila ou da pintura. Além de ajudar a criança a se expressar, essas atividades proporcionam um equilíbrio emocional capaz de prevenir doenças físicas e afetivas. 'Se o professor se conscientizar de que o desenho, o teatro e a brincadeira são essenciais no mundo da criança, pode usar esses recursos para ensinar até matemática', acredita.

O mais importante, entretanto, é perceber o quanto a criança se sente orgulhosa daquilo que faz. São atitudes altamente positivas a da mãe ao emoldurar o desenho do filho ou a do professor ao expor a ilustração do aluno no quadro da classe. A pior resposta do adulto é a indiferença.

Fonte: http://www.revistaeducacao.com.br/apresenta2.php?pag_id=401&edicao=264

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terça-feira, 8 de março de 2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Viva a Diferença !

Sou autora e tutora do curso Aprendizagem na Deficiência Intelectual e gostaria de ressalta a valorização da diferença dos seres.

Somos únicos, seres criados imagem e semelhança de Deus, mas cada qual com sua singularidade. Cada ser com seus dons. Com a sabedoria divina fomos criados com diferenças que nos tornou únicos no emaranhado de indivíduos, culturas, raças, gêneros.

Por que então é tão difícil respeitar o diferente?

Porque a sociedade insiste em ditar padrões de normalidade? E modas para que todos sejam iguais?

Devido a veneração de paradigmas de normalidade e do declínio do respeito da dignidade humana e que tantas pessoas são excluídas no mundo contemporâneo. São os padrões de beleza, os status sociais, a raça, a cor, a perfeição, o grau de inteligência, dentre outras, que marginalizam os que não se encaixam nesses patamares.

Numa reportagem recente da revista Psiquê, foi abordado o fato do “Rodeio das Gordas”, em que estudantes faziam atrocidades com as pessoas que estavam acima do peso. E onde fica o respeito à dignidade humana?

As pessoas são tratadas conforme os padrões ditados pela sociedade. Por isso, vemos o crescente número doenças psíquicas, por não se encaixarem nos padrões, indivíduos são condenados ao sofrimento sem precedentes, esses por não sabe como lidar com essas emoções, acabam por adoecer mentalmente.

Será quem está falhando na formação do indivíduo? A família? A escola? O estado?

Pessoalmente, acredito que todos tem sua parcela de culpa e por esse motivo devem juntos procurar reverter a situação atual, para que as diferenças sejam tratadas com o devido respeito que toda a pessoas precisa .

Nessa perspectiva, a família precisa cuidar da formação dos valores que por muitos estão esquecidos. A escola além do cognitivo, precisa formar cidadãos e o Estado precisa auxiliar , subsidiando os meios para que a formação completa ocorra, além de prover os indivíduos nas suas necessidades básicas.

Outro fator, primordial a ser tratado quando falamos de diferença, são as pessoas com necessidade especial, que lutam incessantemente, por viver de maneira digna.

Família/escola/estado precisa em conjunto estar também cuidando dessa parcela da sociedade que já sofreu o suficiente e agora necessita ser tratada com a devida atenção.

Quando falamos em deficiência, podemos cair no erro de tratar tais pessoas com “pena”. Na verdade como foi dito no início todos somos semelhantes mais únicos, e assim somos dotados de habilidades diferentes, uns para artes, artesanatos, outros para música, dança, cada um com sua excentricidade.

No caso das deficiências é interessante, ressaltar que o corpo humano é tão perfeito, que quando ocorre qualquer falha em um de seus órgãos, outro é potencializado.

Vejam só, quantos exemplos não temos disso, por exemplo Mozart que tinha deficiência auditiva e compôs de maneira esplendorosa. Dentre tantos, outro exemplo são as pessoas com TDAH (Transtornos de Déficit de Atenção e Hiperatividade), que geralmente tem a inteligência a cima da média.

Outro exemplo são deficiente intelectuais, que tem a inteligência inferior a média, desempenhando papéis em filmes, novelas e trabalhando normalmente, pois nesses locais são exaltadas as habilidades em detrimento da deficiência.

Atualmente, os sistemas educacionais tem modificado a maneira de se tratar com as deficiências, procurando primeiramente alfabetizar essas crianças quando possível e quando não procurar dar oportunidade de vida, de trabalho e de qualidade de vida, apesar dessa mudança, muito ainda precisa ser modificado e aperfeiçoado.

Esses exemplos são para ilustrar a importância de se trabalhar as habilidades e as potencialidades de cada ser, dando oportunidade a todo ser humano, portador de necessidade ou não, a ser valorizado em suas habilidades e não excluído por suas fraquezas.

Assim teremos uma melhor qualidade de vida, com pessoas realizadas, feliz e naturalmente com o psíquico em equilíbrio e consequentemente saudável.

Por saber e acreditar no potencial de todas as pessoas, fiz nascer o curso Aprendizagem na Deficiência Intelectual, nele serão abordados temas importantes sobre a história sobre a deficiência, sobre as leis que as amparam e principalmente dão suporte as pessoas que acreditam nas habilidades dos portadores da deficiência intelectual, trazendo inclusive uma possibilidade de alfabetização que pode auxiliar o trabalho de muitos profissionais.

Por fim, convido de maneira especial a todos, que lutam e acreditam na inclusão e estão ciente da importância do embasamento teórico, a desfrutar dos conhecimentos apresentados no curso.

Luciana Almeida – Pedagoga , Psicopedagoga e Psicanalista em formação.


Para conhecer o curso acesse: http://www.unicead.com.br/


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

EDUCAÇÃO VEM DE BERÇO





Quem nunca viu uma criança imitando o papai e a mamãe ou até mesmo repetindo falas, mesmo que não pronunciadas perfeitamente? Os filhos são o reflexo dos pais.
Cada gesto praticado é influência para o comportamento do bebê, desde os primeiros dias de vida. Segundo educadores, os princípios básicos, a ética e a moral que constituem a base do caráter das novas gerações vêm de berço. Tudo pode ser absorvido. Por isso, ter a consciência de ser espelho para o futuro do bebê é dever de toda família.
Diferente do ensino escolar, em casa o aprendizado é natural e constante. “Não tenha medo do não”, aconselha Cris Poli. Impor limites é o primeiro passo para obter o controle da situação e prezar pela segurança da criança.
Especialistas afirmam que para criar o bebê não é necessário poupá-lo do mundo, mas, sim, atender às suas necessidades.
É difícil para alguns adultos compreenderem, porém regras e organização fazem bem para a formação
das crianças.
O cuidado com o conceito de autoridade também é fundamental.
Em meio à razão, amor e paciência são ingredientes essenciais para a educação familiar.
Para dar dicas de algumas regrinhas e tirar dúvidas sobre a educação do seu filhote, a Sempre Materna entrevistou Cris Poli, pedagoga e apresentadora do programa Supernanny, do Sistema Brasileiro de Televisão, para ajudar os pais a colocarem ordem em casa.

Uma das questões que mais preocupam os novos pais é como educar os filhos. Há uma forma
de ter controle ainda quando bebês para que isso não se torne um problema futuro?
A educação dos filhos começa quando eles nascem. É desde bebês que colocamos os limites e estabelecemos uma rotina para não acarretar futuros problemas. Quanto mais cedo, melhor!

Para que os pais tenham sucesso na educação dos filhos, os castigos devem fazer parte das regras?
Não sou partidária dos castigos e sim da disciplina, que é ensino. Para isso, é necessário regras e incentivo.
O castigo não educa, simplesmente machuca e deixa marcas negativas na criança.

O momento da refeição costuma ser motivo de desentendimentos. Explique como educar o bebê, desde as primeiras papinhas, para ter boa qualidade na alimentação.
O mais importante é seguir a orientação do pediatra a respeito da alimentação do bebê.
Mais adiante, quando a criança compartilhar a refeição à mesa, é fundamental o exemplo dos pais.
Se todos os alimentos necessários para o crescimento forem introduzidos e se toda a família participar, com certeza essa criança se alimentará sem problemas.

Quais brincadeiras praticadas com a família reunida podem ajudar na educação da criança?
Todas as brincadeiras praticadas com a família reunida ajudam na educação. Somente o fato de estarem reunidos, compartilhando o momento, em paz e harmonia, é um grande e importante ensinamento que  perdurará na lembrança pelo resto da vida.

Os pais devem atender a todos os desejos do bebê?
Os pais devem suprir todas as necessidades do bebê, mas devem colocar limites, desde cedo, para que ele entenda que há coisas que ele pode fazer e outras não.

Como dizer o temido “não” à criança?
O “não” é um limite que deve ser colocado com convicção, tranquilidade, consistência e firmeza. Não
tenham medo de dizer “não”, é pelo bem da criança.

Como cuidar para que o filho seja feliz, sem a necessidade de ser também mimado?
Ser mimado não significa ser feliz. Esse é um erro. A criança se sente feliz quando é amada, cuidada, protegida, orientada e ensinada.

Dê um conselho para os casais que pretendem serem os “melhores pais do mundo”.
Para os filhos, somente seus pais podem ser os melhores do mundo.
Algumas dicas são: amar, respeitar, ensinar, corrigir, disciplinar, conversar, ter tempo de qualidade com ele, ouvir o que ele tem para dizer, enfim, ser presente. Assim, vocês serão perfeitos. A interação e sintonia entre o pai e a mãe são fundamentais para a educação dos filhos, pois é essa unidade que dará segurança ao pequeno

Qual a melhor maneira de corrigir os erros das crianças? A boa conversa é sempre a melhor
solução?
A criança precisa ser corrigida com amor, firmeza, convicção e autoridade, sem perder o controle, gritar ou bater. Conversar com o filho é muito importante, adaptando a conversa à idade dele. Mas, quando a conversa não surte efeito, é a hora de o pai decidir o que tem que ser feito, já que ele sabe o que é melhor para o filho.

A interação e sintonia entre o pai e a mãe da criança ajudam na educação? Por quê?
Sim, a interação e sintonia entre o pai e a mãe são fundamentais para a educação dos filhos, pois é essa unidade que dará segurança ao pequeno.

A organização da família é um ponto importante na educação dos filhos?
A organização é um ponto importantíssimo na educação dos filhos porque eles precisam de ordem para crescer e se desenvolver. O contrário de organização é caos, e nenhuma criança pode aprender, amadurecer e viver no meio da desordem.

Para os pais que têm vida profissional frenética, como compensar e aproveitar os momentos com os filhos sem deixá-los malcriados?
Os pais que têm vida profissional agitada não devem culpar-se por isso, devem aproveitar os poucos momentos livres para brincar, conversar, propor regras e impor limites, não mimá-los e deixá-los malcriados.

A avó realmente “estraga” a educação do netinho?
A avó que é consciente de seu papel não estraga a educação do neto. Colabora e aconselha os pais para que tomem suas decisões, sem interferir nos momentos decisivos.

Além da educação básica do filho, como prepará-lo para a vida social e profissional futura?
A personalidade da criança é formada entre os 0 e 7 anos de idade, tudo o que é ensinado nesse período é extremamente importante.
A base da formação do caráter é fundamental para preparar o filho para a vida social e profissional futura. Não deixe de dedicar tempo com amor e paciência durante a primeira infância.

A amizade com crianças mal educadas pode atrapalhar, ou incentivar de forma negativa no
processo de educação? Como os pais devem agir?
A amizade com certeza influi no processo de educação, mas ainda acho que a educação da família é mais forte e duradoura e pode resistir ao aprendido fora de casa, principalmente se os pais forem presentes.

Como corrigir o filho sem prejudicar sua autoestima?
A correção usando regras, rotina, disciplina, incentivo, organização e muito amor educa os filhos sem prejudicá-los. A educação equilibrada e com sabedoria dá o prumo para que os filhos desenvolvam e amadureçam fortes e sadios.

Como ensinar os pequenos que os pais são autoridade máxima, sem autoritarismo?
Os pais são autoridade máxima e responsáveis pela educação dos filhos e eles devem exercer essa autoridade de maneira consciente, sem descontrole, ou autoritarismo. Agindo assim, os filhos irão reconhecer, obedecer e respeitar, sem dificuldade.

Quais os pontos negativos dos pais superprotetores?
Esses pais são tremendamente prejudiciais para a educação dos filhos. Criam obstáculos, não permitem o crescimento e amadurecimento emocional e mental das crianças e ainda impedem que conheçam atividades ou funções novas, além de barrar a experiência de aprenderem com seus próprios erros.

Como educar os bebês para que no futuro eles não precisem da ajuda da Supernanny?
Quem precisa da ajuda da Supernanny são os pais, e não os bebês.
Crianças precisam de pais que assumam sua autoridade legítima e que organizem sua vida para educar os filhos com regras, disciplina, limites, incentivo, sem medo de serem pais, com muito amor e paciência.

CRIS POLI É EDUCADORA E PEDAGOGA - WWW.SBT.COM.BR

.Disponível: Periodico semanal da abmpdf

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Aprendizagem na Deficiência Intelectual (190h/a)

(Deficiência Intelectual)

A Aprendizagem na Deficiência Intelectual
Investimento R$289,00. Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão
Áreas: Ensino Especial, Pedagogia, Psicopedagogia, Psicologia e Saúde e Educação.
Nível: Curso livre de atualização profissional.
Titulação: No decorrer de seu estudos o leitor toma conhecimento dos diferentes prismas e abordagens sobre o tema, de forma a esclacer dúvidas e minimizar mitos e preconceitos referentes a essa capacidade especial.
Objetivo:
•Conhecer a trajetória histórico-social-cultural da deficiência no mundo.
•Informar sobre as leis internacionais e nacionaisque asseguram os direitos do Portador de Necessidade Especial
•Instruir sobre especificidade da deficiência Mental
•Oferecer as principais teóricos que se preocuparam com a aprendizagem.
•Reflexão sobre a inclusão digital do PNEE.
Público-alvo: Profissionais das áreas de Educação e Saúde, Acadêmicos em fase de Graduação, Especialização, Mestrado ou Doutorado. Profissionais da Pedagogia, Psicopedagogia, Educação Infantil e Fundamental, Psicologia e áreas afins.
Duração estimada: Mínimo 15 dias, máximo 180 dias.
Metodologia: Você acessa a apostila no ambiente de estudos EAD (plataforma Moodle), estuda nas horas vagas, interage com a tutora por meio do fórum e tem até seis meses para concluir as atividades avaliativas.
Carga horária certificada: 190 horas -Totalmente à distância.
Data de início: Você paga, garante sua vaga neste curso, preenche a ficha de inscrição e recebe orientações iniciais por e-mail.
Pré-Requisitos: Ter noções básicas de informática e internet para acessar os arquivos em biblioteca virtual, participar de Fóruns e abrir documentos em Word e PDF.
Tópicos abordados:
MÓDULO I - A DEFICIÊNCIA NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Tópico 1- A História Da Deficiência
Tópico 2- Documentos Orientadores No Âmbito Internacional
Tópico 3 - Legislação Brasileira

MÓDULO II - DEFICIÊNCIA MENTAL
Tópico 1 –Definição, Atualização semântica, Causas ,Diagnóstico e Prevenção
Tópico 2- Classificação
Tópico 3- Integração Do ANEE
Tópico.4.- Adaptação Curricular
Tópico5- A Parceria Pela Inclusão

MÓDULO III - UM OLHAR DIFERENTE DIANTE DA DEFICIÊNCIA
Tópico 1- Contribuições De Estudiosos
Tópico 2-Maria Montessori
Tópico 3-Jean Piaget
Tópico 4-Lev Semenovich Vygotsky
Tópico 5- Emilia Ferreiro

MÓDULO IV – PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DO DEFICIENTE INTELECTUAL
Tópico1- Esther Pillar Grossi
Tópico2- Método Natural

MÓDULO V- INCLUSÃO
Tópico 1- Inclusão do ANEE
Tópico2- Adaptação curricular
Tópico3- Parceria pela Inclusão
Tópico4- Inclusão Digital

Certificação: Todos os certificados serão emitidos pela UnicEAD em parceria com a OSCIP Associação Brasileira de Medicina Psicossomática do Distrito Federal – ABMP/DF, em conformidade com a legislação vigente sobre cursos livres de atualização profissional e por isso está isento de qualquer reconhecimento. Base legal: Lei de Cursos Livres, nº. 9394/96 art. 67 e 87, inciso III e Parecer nº. 64/2004 - CEDF.

InvestimentoR$289,00.
Pagamento por depósito bancário ou pelo Pagseguro no cartão de crédito ou boleto.
Boleto pelo pagseguro (à vista), Cartões de Débito ou Crédito em 3X sem juros ou em até 12X.
*Depdendendo do seu cartão

Informações e inscrições direto no site http://www.cursoschafic.com.br/ /

Atendimento online de segunda à sexta, das 14h às 19h direto no site.
Realização:Chafic.com.br, UnicEAD em parceria com a ABMPDF - Associação Brasileira de Medicina Psicossomática Regional do Distrito Federal
Coordenação: Prof. Chafic Jbeili - Psicanalista e psicopedagogo
Suporte e formação continuada para educadores.

Tel.: (38)3082-0876
(38)9184-0439

e-mail:secretaria@chafic.com.br
Montes Claros-MG e Brasília-DF
Brasil.
Administrador: Prof. Chafic (Direção)

Boa semana!